MAR ADENTRO I
leonelpedrosogoncalves
MAR ADENTRO I
Mar adentro
Flutuando sobre as costas
Balançado pelo suave marulhar
Que o arrasta oscilando lentamente
Para onde só há água e a imensidão do céu
Embalado por um sonho sem pé e sem limites
Até à Terra do passado onde a vida respira facilmente
Entregou-se sem medo às carícias da baleia azul gigante
Às cócegas de incontáveis cardumes de ínfimos peixes coloridos
Mergulhou num sentimento azul profundo de prazer intenso tranquilo
E deixou-se ali ficar para que o mar o quisesse levar para um lugar distante
Um ser desconhecido do abismo e não o corpo à deriva de um náufrago perdido
Criatura da Terra renovada cheia de vida rica e variada que respira pujante em liberdade
Mar adentro
Flutuando sobre as costas
Balançado pelo suave marulhar
Que o arrasta oscilando lentamente
Para onde só há água e a imensidão do céu
Embalado por um sonho sem pé e sem limites
Até à Terra do passado onde a vida respira facilmente
Entregou-se sem medo às carícias da baleia azul gigante
Às cócegas de incontáveis cardumes de ínfimos peixes coloridos
Mergulhou num sentimento azul profundo de prazer intenso tranquilo
E deixou-se ali ficar para que o mar o quisesse levar para um lugar distante
Um ser desconhecido do abismo e não o corpo à deriva de um náufrago perdido
Criatura da Terra renovada cheia de vida rica e variada que respira pujante em liberdade
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