naquela cadeira tem uma almofada agora

as gotas de vida que a solitude lhe trás, percorre-a pelo corpo, escorrendo no pescoço, como um suor resultante de uma euforia breve, um suar alegre, que nem aqueles que brotam na nossa pele durante um bloco de carnaval. 
os hobby's amenos já não parecem exigir tanto do seu físico, a ausência de interações talvez nem seja assim tão fatal...e, bom, naquela cadeira tem uma almofada agora, o sol ainda permanece somítico, mas é noite, a lua está cheia e dessa cadeira, o panorama do astro não é inteiramente mal.
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Comentários (2)

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marialuiza
2021-07-15

se há uma continuação desse poema ou se eu tenho outros? eu escrevo bastante, às vezes não dou conta de postar tudo

eugenio
2021-07-10

Gostei muito. Não tem mais?<br /><br />Abraço<br />Eugénio