Eu te amo!
MARINA SATIRO
Não há mais formas, nem palavras suficientes para dizer eu te amo. Na verdade eu te amo já diz tudo, já basta, é suficiente. Não precisa de complementos. O que sinto está incorporado em tudo que faço. E dói, e arde, e arrepia, e alegra, e entristece, e finca, não sai mais. Não há no meu olhar nada mais além do que o teu brilho. Não há no meu sorriso mais sorrisos para ti. Ficaste com o mais perfeito de todos. Na minha saudade não cabe mais a tua ausência. Porque tu tiraste toda a minha essência e fizeste o meu perfume impregnado em teu corpo. Sinto-me em ti! Estou em ti! Por dentro dos teus pensamentos fiz minha morada.
Eu sobrevivo enclausurada em tua carne. Eu bebo dos teus anseios o gole mais intenso. E me embriago no teu deleite. No espelho a imagem reflete a tua face sobre a minha. Eu não me vejo. Eu te amo! Silenciosamente! De todas as maneiras. À minha maneira! Simplesmente! Eu te amo no beijo inocente, desmedido, sem razão, incoerente e coerente dentro do que me angustia. Eu te amo no abraço apertado, intenso, aconchegante, insensato e sensato dentro do que me queima. Eu te amo no calor do teu peito, macio, tranqüilo, terno, que serve de abrigo nas horas mais inesperadas. Na lágrima que escorre em minha face e cai
em meus lábios. Possui o gosto da tua pele. O teu sabor escorreu de mim. Eu te amo na saudade que sinto de mim quando estou ao teu lado, na simplicidade de uma rosa e no furor do seu espinho. Eu te amo com toda a pureza da alma, mas com toda a malícia do meu corpo. Eu te amo como eu te amo. Em todas as minhas canções, em todas as minhas estações, em todas as minhas palavras. Eu apenas te amo, assim! Tão simples, tão fugaz, tão sereno. Descobri que de mim o amor se consumiu. Eu te amo como o amor que devora, como o amor que anseia, como o amor que clama. Eu te amo! E isso já basta...
Eu sobrevivo enclausurada em tua carne. Eu bebo dos teus anseios o gole mais intenso. E me embriago no teu deleite. No espelho a imagem reflete a tua face sobre a minha. Eu não me vejo. Eu te amo! Silenciosamente! De todas as maneiras. À minha maneira! Simplesmente! Eu te amo no beijo inocente, desmedido, sem razão, incoerente e coerente dentro do que me angustia. Eu te amo no abraço apertado, intenso, aconchegante, insensato e sensato dentro do que me queima. Eu te amo no calor do teu peito, macio, tranqüilo, terno, que serve de abrigo nas horas mais inesperadas. Na lágrima que escorre em minha face e cai
em meus lábios. Possui o gosto da tua pele. O teu sabor escorreu de mim. Eu te amo na saudade que sinto de mim quando estou ao teu lado, na simplicidade de uma rosa e no furor do seu espinho. Eu te amo com toda a pureza da alma, mas com toda a malícia do meu corpo. Eu te amo como eu te amo. Em todas as minhas canções, em todas as minhas estações, em todas as minhas palavras. Eu apenas te amo, assim! Tão simples, tão fugaz, tão sereno. Descobri que de mim o amor se consumiu. Eu te amo como o amor que devora, como o amor que anseia, como o amor que clama. Eu te amo! E isso já basta...
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