entendam-se as marés como se elas fossem palavras
José Luís Ferreira (Venoi)
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entendam-se as marés como se elas fossem palavras
de barro e riqueza grande
elas existem e formam uma espécie de ilha
de vocábulos famintos e frios
e cruéis
entendam-se as marés como se fossem beijos amantes
na sua força jovem
como se fossem vida e um outro dia
a mão que nos agarra
ao lábio mais doce
de barro e riqueza grande
elas existem e formam uma espécie de ilha
de vocábulos famintos e frios
e cruéis
entendam-se as marés como se fossem beijos amantes
na sua força jovem
como se fossem vida e um outro dia
a mão que nos agarra
ao lábio mais doce
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