POEMA À MÃE
José António de Carvalho
(Antologia ALMA LATINA 2021)
POEMA À MÃE – no seu Dia
Enquanto a vida nos mantiver juntos
Com longínquo horizonte por destino
Falaremos de todos os assuntos…
Sorrirei, porque ainda sou o teu menino.
Falaremos do nosso crescimento
E das vicissitudes desta vida,
Do tempo: da chuva, sol e do vento.
Oh mãe!... És sempre a nossa tão querida!
Meus olhos, sempre que olho para ti,
Felizes de não verem a tua idade,
só veem o teu rosto, se sorri,
Na procura da tua claridade.
Dizes-me que te custa, que não podes.
E eu penso que estás apenas cansada
Por tanto trabalhares, e não deves.
Oh mãe! Não me digas… não digas nada!
Fiquemos no silêncio e na alegria
De viver este amor de mãe e de filho,
E quando, Mãe… quando é o teu Dia,
Nasce nos meus olhos um novo brilho…
Mais um dia… e a vida a fugir, lá vai...
Ainda te dedico mais esta quadra,
Se és Mãe, agora, és também o Pai,
Que, de onde está, nos vigia, ama e guarda.
José António de Carvalho
POEMA À MÃE – no seu Dia
Enquanto a vida nos mantiver juntos
Com longínquo horizonte por destino
Falaremos de todos os assuntos…
Sorrirei, porque ainda sou o teu menino.
Falaremos do nosso crescimento
E das vicissitudes desta vida,
Do tempo: da chuva, sol e do vento.
Oh mãe!... És sempre a nossa tão querida!
Meus olhos, sempre que olho para ti,
Felizes de não verem a tua idade,
só veem o teu rosto, se sorri,
Na procura da tua claridade.
Dizes-me que te custa, que não podes.
E eu penso que estás apenas cansada
Por tanto trabalhares, e não deves.
Oh mãe! Não me digas… não digas nada!
Fiquemos no silêncio e na alegria
De viver este amor de mãe e de filho,
E quando, Mãe… quando é o teu Dia,
Nasce nos meus olhos um novo brilho…
Mais um dia… e a vida a fugir, lá vai...
Ainda te dedico mais esta quadra,
Se és Mãe, agora, és também o Pai,
Que, de onde está, nos vigia, ama e guarda.
José António de Carvalho
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