Pescador do Amanhã

Me vens ao passo que fujo de mim
Te vou quando já não és como antes
E assim percebo que ri ao ver o rio
Temi, pensava eu que ia ter frio

Esqueci de quando era eu um errante
Voltei ao retornado de sempre latente
Morri, que é pra dar vida ao amante
e assim daquele, hoje sou mais distante

Das redes que jogam ao mar
confiam que algo virá
Quem sabe virá outra vez

Disseram que as ondas do mar
nunca findaram e talvez
o sol e o amanhã sempre vem
178 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.