No meu imaginar a gente existe ou é

Sentada em frente a nossa escrivaninha
Escrevo memórias
De um amor
Que nunca aconteceu

Você me fita contemplativa
Sinto o calor
De um olhar
Que nunca me alcançou

Performo uma imagem
De cores, cheiros e sabores
Os quais nunca sentirei
Acordada
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