Labirintos
MARINA SATIRO
Porque ainda me tomas o pensamento e arrasa o que me compõe.
Do beijo impertinente que sobrevive em minha ânsia. Delírio impérvio.
E do corpo que suplica o teu fervor. E se cala, omite e sente. Profundo vão
Adormece na volúpia incabível. E contorce o corpo, marionete do desejo
Irrisório. E ferve, e queima e teima insistentemente. Afinco da paixão estúpida,
Dotada de mera insensatez. Repentinamente renasce! Perco-me no paraíso da tua solidão.
Onde navego minhas desilusões. Grandioso mar de lamentações. Mergulho no teu
Profundo êxtase e enclausuro no prazer incessante que me compõe.
Lágrimas petrificadas ultrapassam a pele que clama pela tua. Soberbia do clímax irreal.
Entrego-me! Inteiramente e pela metade que me falta, levada por teus anseios indefinidos.
E os restos de fel que sobrepujam o amargor da face.
Falta! Sinto falta da ausência enraizada em mim. Nunca mais a vi.
Incoerências desmedidas. Olhos entreabertos. Pensamentos flutuantes.
Ainda sinto a falta incomensurável que penetra plenamente em todos os sentidos.
Cadê aquele sorriso que habitava em meu passado? Estagnou-se no espelho da minha ânsia.
O sonho! O silêncio que trafega em minh'alma. Onde esqueci o teu toque? Quando foi que
Me perdi dentro de mim?
Do beijo impertinente que sobrevive em minha ânsia. Delírio impérvio.
E do corpo que suplica o teu fervor. E se cala, omite e sente. Profundo vão
Adormece na volúpia incabível. E contorce o corpo, marionete do desejo
Irrisório. E ferve, e queima e teima insistentemente. Afinco da paixão estúpida,
Dotada de mera insensatez. Repentinamente renasce! Perco-me no paraíso da tua solidão.
Onde navego minhas desilusões. Grandioso mar de lamentações. Mergulho no teu
Profundo êxtase e enclausuro no prazer incessante que me compõe.
Lágrimas petrificadas ultrapassam a pele que clama pela tua. Soberbia do clímax irreal.
Entrego-me! Inteiramente e pela metade que me falta, levada por teus anseios indefinidos.
E os restos de fel que sobrepujam o amargor da face.
Falta! Sinto falta da ausência enraizada em mim. Nunca mais a vi.
Incoerências desmedidas. Olhos entreabertos. Pensamentos flutuantes.
Ainda sinto a falta incomensurável que penetra plenamente em todos os sentidos.
Cadê aquele sorriso que habitava em meu passado? Estagnou-se no espelho da minha ânsia.
O sonho! O silêncio que trafega em minh'alma. Onde esqueci o teu toque? Quando foi que
Me perdi dentro de mim?
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