OLHOS DO AMADO
Vilma Oliveira
Ó meu amado...
Estes olhos teus
São noites raras
Sem verem os meus
São oásis d’alma
Estrelas soltas...
Nesse firmamento
Como esse adeus...
Ó meu amado...
Esses olhos teus
Secretos e belos
Ao lerem os meus
São tesouros presos
Que guardo e velo
São cantos breves
Não há nos céus...
Ó meu amado...
Esses olhos teus
São dois faróis
Feitos por Deus
Quisera fossem
Mistério das rosas
Perfumando tudo
No jardim dos céus...
Ah! Meu amado...
De olhos ateus
Traz-me uma ilusão
Para os olhos meus
D’algum dia verem
Alguma esperança
Um sentimento puro
Nesses olhos teus...
Estes olhos teus
São noites raras
Sem verem os meus
São oásis d’alma
Estrelas soltas...
Nesse firmamento
Como esse adeus...
Ó meu amado...
Esses olhos teus
Secretos e belos
Ao lerem os meus
São tesouros presos
Que guardo e velo
São cantos breves
Não há nos céus...
Ó meu amado...
Esses olhos teus
São dois faróis
Feitos por Deus
Quisera fossem
Mistério das rosas
Perfumando tudo
No jardim dos céus...
Ah! Meu amado...
De olhos ateus
Traz-me uma ilusão
Para os olhos meus
D’algum dia verem
Alguma esperança
Um sentimento puro
Nesses olhos teus...
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