O que os meus olhos veem
Há uma borbuleta no meu caminho
Voa sossegadamente para a minha inveja
Quem me dera igual sublime
Voar livre...
Em requintes verdejantes de primavera exalar
Não indagar a existência, tampouco o existencial
Pairar pelo o ar longe da impúdica terra inglória
Onde tudo que nasce morre
E todos que amam odeiam
Desapreder o gênio humano que desumaniza
Levitar com a consciência em suspenso
Sem memória dos meus desamores
Português
English
Español