Morrer
Magalski
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Se morreres, meu coração cria um hiato,
E essa greta rochosa lesa minha alma nebulosa,
A Parca amarga,
Leva na nau o meu pretexto
Para estar vivo,
E zarpa farsante
Num mar de condolências,
E a toda essa melancolia, sou submisso.
Escrever minha história
É uma labuta difícil,
Porque a tecla da minha olivetti soltou,
E por um momento,
O datilógrafo evitou,
Escrever uma história,
Que tão profundamente odiou.
Em meio a um solilóquio sublime,
Naufraguei em minha própria franqueza,
Julguei aqueles que não devia,
E afirmei com muita destreza.
Muitos corações vis,
Machuquei com essas verdades,
Mas seria um coração puro,
De dono tão bruto?
E essa greta rochosa lesa minha alma nebulosa,
A Parca amarga,
Leva na nau o meu pretexto
Para estar vivo,
E zarpa farsante
Num mar de condolências,
E a toda essa melancolia, sou submisso.
Escrever minha história
É uma labuta difícil,
Porque a tecla da minha olivetti soltou,
E por um momento,
O datilógrafo evitou,
Escrever uma história,
Que tão profundamente odiou.
Em meio a um solilóquio sublime,
Naufraguei em minha própria franqueza,
Julguei aqueles que não devia,
E afirmei com muita destreza.
Muitos corações vis,
Machuquei com essas verdades,
Mas seria um coração puro,
De dono tão bruto?
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