A beira

Caos amado
Caos odiado

Na linha tênue
Que separa a dualidade
Aquele fio de cabelo
Entre a paz e a guerra

Como é frágil a liberdade
Já que sempre estarás preso à algo

Basta uma palavra,
e a tristeza vira alegria
Uma experiência,
e o cético vê a magia
Um desastre,
e a crença desce à pia

Caos amado
Caos odiado

Combustível de todas as vidas
Ecoa e passeia
Silencioso e embriagado
Trazendo um pouco de tudo
À tudo, um pouco.
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