ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINA DAS
Naqueles abraços que me seguram no amanhã
Manhã escura de setembro, sussurrando ao longe
Breve brisa invadindo a casa, enamorando as cortinas no seu balançar serpenteante, sol tímido,
Nuvens negras usurpando o horizonte azul...
Saio da cama em forçado esforço, solto um esgar de sono, procuro pela casa e encaro a sombra na parede,
Estática, copiando-me os movimentos
Numa penumbra meio nítida
Naquele dia a luz era sombra da inexistência
Sem indícios de existência
Era nada, apenas mais um dia
Mais uma jornada
Tão efémera qual uma lágrima
A cada momento, a cada respirar
Os instantes passam velozmente
O agora muda para depois e o depois para actualmente
E precisamos continuar
Pois, a leve e fina esperança reside no amanhã
E precisamos erguer os braços
Eles anseiam por algo em que segurar...
.
Jheronimus
Manhã escura de setembro, sussurrando ao longe
Breve brisa invadindo a casa, enamorando as cortinas no seu balançar serpenteante, sol tímido,
Nuvens negras usurpando o horizonte azul...
Saio da cama em forçado esforço, solto um esgar de sono, procuro pela casa e encaro a sombra na parede,
Estática, copiando-me os movimentos
Numa penumbra meio nítida
Naquele dia a luz era sombra da inexistência
Sem indícios de existência
Era nada, apenas mais um dia
Mais uma jornada
Tão efémera qual uma lágrima
A cada momento, a cada respirar
Os instantes passam velozmente
O agora muda para depois e o depois para actualmente
E precisamos continuar
Pois, a leve e fina esperança reside no amanhã
E precisamos erguer os braços
Eles anseiam por algo em que segurar...
.
Jheronimus
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