Lista de Poemas
Mulher. Substância de Amor
Quero uma mulher. Preciso.
Um alguém que me surpreenda
E cuja presença me preencha
E olhos falem mais que a própria voz
Quero um amor não destinado
Bem casual, meio arbitrário
E num enlance sem propósito
Afundar-me no seu carinho despótico
Uma parceira para a alma
Que para vida sirvo eu
Aquele ponto de luz no breu
Que saiba viajar mesmo que na cama
Que me pinte à gosto do prazer Imponente
Sob a lua
Que me desnude de caprichos e eu também a encontre já nua
Uma mulher que não se lhe encontrem barreiras
Mulher apenas.
Que se entregue aos prazeres sem mordaças
Que me guie e me apresente de hasta em praça
Uma mulher apenas
Sem voltas, com bastante curvas...
Assim, uma assim bem sexy
Que queira sexo de segunda a segunda.
Jheronimus
Um alguém que me surpreenda
E cuja presença me preencha
E olhos falem mais que a própria voz
Quero um amor não destinado
Bem casual, meio arbitrário
E num enlance sem propósito
Afundar-me no seu carinho despótico
Uma parceira para a alma
Que para vida sirvo eu
Aquele ponto de luz no breu
Que saiba viajar mesmo que na cama
Que me pinte à gosto do prazer Imponente
Sob a lua
Que me desnude de caprichos e eu também a encontre já nua
Uma mulher que não se lhe encontrem barreiras
Mulher apenas.
Que se entregue aos prazeres sem mordaças
Que me guie e me apresente de hasta em praça
Uma mulher apenas
Sem voltas, com bastante curvas...
Assim, uma assim bem sexy
Que queira sexo de segunda a segunda.
Jheronimus
👁️ 71
ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINADAS
Perene, Cruel e Triste Chuva
Vejo-me novamente nessa amargura, dor
O tempo me pediu para melhorar
Mas não posso, não posso andar novamente com seus passos
Forma-se esse lago de desespero em mim
Você me doou ao desespero, eu te quis
Você me tratou do jeito mais infeliz
Eu imaginei, eu desejei um desfecho diferente
Mas você tem um maldito iceberg nesse peito que já me foi leito e hoje, desfeito, detesto
"Eu apresentei-te o mar beijando o sol, te presenteei, te quis, te desenhei, você não se expressou do mesmo jeito"
Vou apagar-te do meu coração junto com os desenhos que eu tenho de ti
Hoje tenho memórias tuas espalhadas no tempo
Quem dera nunca as tivesse!
Você me fez desamar, você apagou o que de belo tive
Você tornou o respirar um calvário diário, você me marcou profundamente
É incrível como hoje já não vejo o horizonte
A minha visão de amor e arte você corrompeu
Você era a mais bela obra, você me marcou tanto
Você ancorou esse desespero em mim
Você secou o meu mar
Você...era o meu reflexo, tudo que eu tinha para sobreviver, minha alma, meu sorriso pela manhã.
Eu nunca desejei isto, quero murchos estes olhos
Nunca tive a chance de me defender
Eu me entreguei por inteiro
Você me deu a provar o fel
Você me magoou tanto
Você cravou em mim essa angustia
Essa lágrima cruel
Esses meus sorrisos escondem a revolta que sinto
O desejo de também te querer aos pedaços, te odiar como agora escrevo e no âmago faço...
Você nublou a minha vida, você me fez desamar!
Maldição!
Você me magoou, você me tornou nisso
Nesse ser triste e melancólico
Nunca tinha sentido sequer o peso de um adeus
Você quebrou a minha inocência
E eu tinha que protegê-la
E as saudades que me magoam me fazer chorar
Você não morreria por mim
Você me doou covardemente a este destino cruel
Jheronimus
Vejo-me novamente nessa amargura, dor
O tempo me pediu para melhorar
Mas não posso, não posso andar novamente com seus passos
Forma-se esse lago de desespero em mim
Você me doou ao desespero, eu te quis
Você me tratou do jeito mais infeliz
Eu imaginei, eu desejei um desfecho diferente
Mas você tem um maldito iceberg nesse peito que já me foi leito e hoje, desfeito, detesto
"Eu apresentei-te o mar beijando o sol, te presenteei, te quis, te desenhei, você não se expressou do mesmo jeito"
Vou apagar-te do meu coração junto com os desenhos que eu tenho de ti
Hoje tenho memórias tuas espalhadas no tempo
Quem dera nunca as tivesse!
Você me fez desamar, você apagou o que de belo tive
Você tornou o respirar um calvário diário, você me marcou profundamente
É incrível como hoje já não vejo o horizonte
A minha visão de amor e arte você corrompeu
Você era a mais bela obra, você me marcou tanto
Você ancorou esse desespero em mim
Você secou o meu mar
Você...era o meu reflexo, tudo que eu tinha para sobreviver, minha alma, meu sorriso pela manhã.
Eu nunca desejei isto, quero murchos estes olhos
Nunca tive a chance de me defender
Eu me entreguei por inteiro
Você me deu a provar o fel
Você me magoou tanto
Você cravou em mim essa angustia
Essa lágrima cruel
Esses meus sorrisos escondem a revolta que sinto
O desejo de também te querer aos pedaços, te odiar como agora escrevo e no âmago faço...
Você nublou a minha vida, você me fez desamar!
Maldição!
Você me magoou, você me tornou nisso
Nesse ser triste e melancólico
Nunca tinha sentido sequer o peso de um adeus
Você quebrou a minha inocência
E eu tinha que protegê-la
E as saudades que me magoam me fazer chorar
Você não morreria por mim
Você me doou covardemente a este destino cruel
Jheronimus
👁️ 130
Diva Luar
Derramei a lua sobre teus poemas
E não mais fui infeliz
Pintei-a como em meus versos sublimes
Beijei-a, amei o luar nos lençóis da noite
Fui manhã e hoje renasci
Carregado na brevidade da tênue brisa
No calor da madrugada, amainando sob
Teus pés, curando minhas feridas
Dei amor e mais recebi, fui luz
Direcção de caminhos para quem ousa seguir
Escape, saída, beijo, carinho, despedida...
Sou mais, maior que minhas antigas metas
Semente, flor, jardim, floresta...
"Te amo, vida"
Escrito na saudade que já se foi
Tatuado na lembrança transportada por aí
Largada pelas ruas, pelos bares e lugares
Te amo, quando de novos amores
Nascem novas saudades, do que ainda não temos, de tudo quanto ainda não vivemos
"Te amo, vida"
Semeei minhas rimas sob o luar, mãe
Para te ver crescer radiante e divina
Para amar cada dia na lembrança infinita
Em cada página da minha vida
És minha poesia
Em cada saudade, minha poesia
Porque amar é adiar a despedida...
Atila J.
❤ Para minha mãe
E não mais fui infeliz
Pintei-a como em meus versos sublimes
Beijei-a, amei o luar nos lençóis da noite
Fui manhã e hoje renasci
Carregado na brevidade da tênue brisa
No calor da madrugada, amainando sob
Teus pés, curando minhas feridas
Dei amor e mais recebi, fui luz
Direcção de caminhos para quem ousa seguir
Escape, saída, beijo, carinho, despedida...
Sou mais, maior que minhas antigas metas
Semente, flor, jardim, floresta...
"Te amo, vida"
Escrito na saudade que já se foi
Tatuado na lembrança transportada por aí
Largada pelas ruas, pelos bares e lugares
Te amo, quando de novos amores
Nascem novas saudades, do que ainda não temos, de tudo quanto ainda não vivemos
"Te amo, vida"
Semeei minhas rimas sob o luar, mãe
Para te ver crescer radiante e divina
Para amar cada dia na lembrança infinita
Em cada página da minha vida
És minha poesia
Em cada saudade, minha poesia
Porque amar é adiar a despedida...
Atila J.
❤ Para minha mãe
👁️ 33
Rebentos de Paradoxo
Costurei as saudades
Com as mesmas lágrimas de sempre
Ao sabor do silencio que te reguei outra vez
Essas flores que você fez jardim
Flores são belas, mas têm a sua crueldade
Beleza e força são a mesma coisa
E não hesitam ferir igualmente aqueles que ousam
arrancar as esperanças guardadas em cada pétala
Por mais que passe o tempo, e as estações se perdurem
Quanto mais belo, mais letal
Destino fatal
Vou regar essas flores com o meu amor, beijá-las
E amadurecerão sob a ternura que ainda tenho para dar.
Atila J.
Com as mesmas lágrimas de sempre
Ao sabor do silencio que te reguei outra vez
Essas flores que você fez jardim
Flores são belas, mas têm a sua crueldade
Beleza e força são a mesma coisa
E não hesitam ferir igualmente aqueles que ousam
arrancar as esperanças guardadas em cada pétala
Por mais que passe o tempo, e as estações se perdurem
Quanto mais belo, mais letal
Destino fatal
Vou regar essas flores com o meu amor, beijá-las
E amadurecerão sob a ternura que ainda tenho para dar.
Atila J.
👁️ 37
Deus ❤ Satanás
(deus e satanás)
Distante do acaso
Devem ser, de algum jeito, muito amigos
O divino, embarbado, no trono sentado em relaxo
De momices relapsas que agitam mares e quebram aço
Serviu ao mundo, em pequenos bocados, não paz,
Desgraças e infortúnios bem temperados à mão do diabo que, penso, coitado pelo inferno encarregado
Provou do saibo vilanesco e gostou
Pobre capacho!
Estes deves ser aliados... Sim, bem amigos
Pois, está-se mesmo a ver
Que por uma árvore que nem foi ideia nossa
Talou-nos o destino e jogou-nos à casca da rolha
Quando um é amado, o é outro temido
Revezando episódios de herói e bandido
Quando o barbado se acagaça, o outro é acusado
Pois já não há outro de laia angélica
Que ouse usar a truculência para o bem do
Seu criador, deus-pai e comparsa
Mas, seguindo nessa desgraça,
O vermelho, chifrudo, com o bidente portado
Assim pintado pelo mundo, no manto de malvado se fez de vilão a bem do seu amigo
Prometendo e assombrando
Rios de desgraça e tribulações
Num dia ensolarado, como doutra vez no Éden
O antes da luz
Mais coitado que culpado, rei dos enigmas e tabus,
Ao filho do amigo chegou crapuloso, lançando charadas e piropos, pedras a preço de pão, demandando traição, reinos no lugar de adoração
Bem tentou, só negas porém
Do emanuel messias miraculoso quando convém
O amigo, conhecedor e maquinador do esquema, ria-se no flavescente e lato lar impérvio
A custo das respostas do bastardo do carpinteiro, corno da vida e trabalho, já morto e com a prole aumentada, imagino, sob a raiva do casamento arranjado...
Foderam a vida do coitado
Mas bem antes a mulher
Calhorda que em prantos jurou sequer
Ter sentido a porra sacra
Adentrar-lhe o almo vaginário
Muita coisa por baixo dos panos
São amigos e pronto os filhos da puta!
Atila J.
Distante do acaso
Devem ser, de algum jeito, muito amigos
O divino, embarbado, no trono sentado em relaxo
De momices relapsas que agitam mares e quebram aço
Serviu ao mundo, em pequenos bocados, não paz,
Desgraças e infortúnios bem temperados à mão do diabo que, penso, coitado pelo inferno encarregado
Provou do saibo vilanesco e gostou
Pobre capacho!
Estes deves ser aliados... Sim, bem amigos
Pois, está-se mesmo a ver
Que por uma árvore que nem foi ideia nossa
Talou-nos o destino e jogou-nos à casca da rolha
Quando um é amado, o é outro temido
Revezando episódios de herói e bandido
Quando o barbado se acagaça, o outro é acusado
Pois já não há outro de laia angélica
Que ouse usar a truculência para o bem do
Seu criador, deus-pai e comparsa
Mas, seguindo nessa desgraça,
O vermelho, chifrudo, com o bidente portado
Assim pintado pelo mundo, no manto de malvado se fez de vilão a bem do seu amigo
Prometendo e assombrando
Rios de desgraça e tribulações
Num dia ensolarado, como doutra vez no Éden
O antes da luz
Mais coitado que culpado, rei dos enigmas e tabus,
Ao filho do amigo chegou crapuloso, lançando charadas e piropos, pedras a preço de pão, demandando traição, reinos no lugar de adoração
Bem tentou, só negas porém
Do emanuel messias miraculoso quando convém
O amigo, conhecedor e maquinador do esquema, ria-se no flavescente e lato lar impérvio
A custo das respostas do bastardo do carpinteiro, corno da vida e trabalho, já morto e com a prole aumentada, imagino, sob a raiva do casamento arranjado...
Foderam a vida do coitado
Mas bem antes a mulher
Calhorda que em prantos jurou sequer
Ter sentido a porra sacra
Adentrar-lhe o almo vaginário
Muita coisa por baixo dos panos
São amigos e pronto os filhos da puta!
Atila J.
👁️ 11
Meninos de Rua
Nessa cidade que adormece perseguida pelo tempo
Sob a pintura da luz do luar
De olhos virados para o amanhã
Estamos nós
Entregues à sorte da vida
Trajando lágrimas, saciados pelo vazio
Jogados nas estradas, com fome e frio
Estrelas que não brilharam, perdidas pelo caminho
Nós, que construimos sonhos acostados no papelão
Que jantamos não, vadios e sem pão
Nós, nas manhãs sem orvalho,
Manhãs de fome e frio e vazio
Rabiscos de um deus que nos descartou e nos doou ao caralho, e à puta que nos pariu
Nós, que polimos os pés que traçam o futuro
Que desenham ruas e vielas, que nos fazem a cama
Nós, sem sonhos nem pão
Meninos de rua, dormindo no chão...
Atila J.
Sob a pintura da luz do luar
De olhos virados para o amanhã
Estamos nós
Entregues à sorte da vida
Trajando lágrimas, saciados pelo vazio
Jogados nas estradas, com fome e frio
Estrelas que não brilharam, perdidas pelo caminho
Nós, que construimos sonhos acostados no papelão
Que jantamos não, vadios e sem pão
Nós, nas manhãs sem orvalho,
Manhãs de fome e frio e vazio
Rabiscos de um deus que nos descartou e nos doou ao caralho, e à puta que nos pariu
Nós, que polimos os pés que traçam o futuro
Que desenham ruas e vielas, que nos fazem a cama
Nós, sem sonhos nem pão
Meninos de rua, dormindo no chão...
Atila J.
👁️ 35
Constância
Conheço a voz do teu silêncio
As noites em que me perdia em desespero
Buscando-te no além,
O vazio da tua ausência, a eternidade de um minuto
Conheço também
Ainda te espero
A cada crepúsculo, vejo-te em todas sombras nas ruas
Na penumbra dos meus sentimentos, te busco, te procuro...
Nos sussurros de gente que vai e vem
No chilrear das aves nas tardes de Abril
Nas noites frias e sem luar
Ainda te espero
A cada aurora, vejo-te em todas sombras nas ruas
Na penumbra dos meus sentimentos, te busco, te aguardo na demora...
Nos sussurros de gente que vai e vem
No chilrear das aves nas tardes de Abril
Nas noites frias e sem luar
No farfalhar das árvores pelas avenidas
Nos ecos perdidos de vozes tatuadas pela cidade
No negro, no azul, no dourado do sol eremita somando meus dias, subtraindo minha vida
Ainda te avisto
Na solidão que acompanha o meu rosto
Te choro, nas minhas lágrimas incessantes e
Constantes nesse meu destino plangente
Pois meus olhos são janelas de meu coração
Permeável
"Perdão."
Atila J.
As noites em que me perdia em desespero
Buscando-te no além,
O vazio da tua ausência, a eternidade de um minuto
Conheço também
Ainda te espero
A cada crepúsculo, vejo-te em todas sombras nas ruas
Na penumbra dos meus sentimentos, te busco, te procuro...
Nos sussurros de gente que vai e vem
No chilrear das aves nas tardes de Abril
Nas noites frias e sem luar
Ainda te espero
A cada aurora, vejo-te em todas sombras nas ruas
Na penumbra dos meus sentimentos, te busco, te aguardo na demora...
Nos sussurros de gente que vai e vem
No chilrear das aves nas tardes de Abril
Nas noites frias e sem luar
No farfalhar das árvores pelas avenidas
Nos ecos perdidos de vozes tatuadas pela cidade
No negro, no azul, no dourado do sol eremita somando meus dias, subtraindo minha vida
Ainda te avisto
Na solidão que acompanha o meu rosto
Te choro, nas minhas lágrimas incessantes e
Constantes nesse meu destino plangente
Pois meus olhos são janelas de meu coração
Permeável
"Perdão."
Atila J.
👁️ 49
À Mão Poeta
Como se as palavras voassem
Poemas são vozes aladas
Gritos que ecoam da terra devassa
Que morrem no papel e como poesia nascem
São desejos sorvidos sem pressa
Saudades escritas no efémero tempo
Nascidas sob forma de tinta
E sentidas quando sorvidas por olhos atentos
São os amores proibidos de outra pessoa
Paixões proíbidas por razões que desconheço
Sentimentos bombeados verso a verso
Por um eu condenado a outros fazer sorrir
A dessentir na eternidade dos escritos
Traduzidos em choros silentes de palavras que
Como vozes com asas, voam
Poesia nascida dos olhos
Quando a boca se cala, poesia
Atila J.
Poemas são vozes aladas
Gritos que ecoam da terra devassa
Que morrem no papel e como poesia nascem
São desejos sorvidos sem pressa
Saudades escritas no efémero tempo
Nascidas sob forma de tinta
E sentidas quando sorvidas por olhos atentos
São os amores proibidos de outra pessoa
Paixões proíbidas por razões que desconheço
Sentimentos bombeados verso a verso
Por um eu condenado a outros fazer sorrir
A dessentir na eternidade dos escritos
Traduzidos em choros silentes de palavras que
Como vozes com asas, voam
Poesia nascida dos olhos
Quando a boca se cala, poesia
Atila J.
👁️ 40
03:08, Madrugada
Ao abrir a porta
Eu sinto o acorde retorcido da noite
Como foi que eu cheguei em casa ontem?
A unica certeza, meu corpo está aqui
Bom dia, e após...perdido fico outra vez
Dentro deste cenário desconhecido
Que me acostumei a observar
Pensei que era o fim, conseguirei prosseguir
Ainda não é suficiente
Para que eu consiga fugir da morte
Um pouco constrangedor
Dentre todos os meus deveres
Sabendo que os esqueci
De outra forma, seria doloroso demais
Levante o seu rosto, pessoa de olhos negros!
A luz apenas nasceu, porque voce a viu
Cercado por um minuto, num mundo pintado em segundos
Pelas cores que escolhi
Imagino o significado das feridas que
Não poderei fechar
Meu único artista, em pé, acima desse palco
que centro do mundo será
Até o fim, até o seu fim
O que farei? Mal posso fingir
Pois estou vazio por dentro
Olá, prazer, aqui estou!
A.Jheronimus
Eu sinto o acorde retorcido da noite
Como foi que eu cheguei em casa ontem?
A unica certeza, meu corpo está aqui
Bom dia, e após...perdido fico outra vez
Dentro deste cenário desconhecido
Que me acostumei a observar
Pensei que era o fim, conseguirei prosseguir
Ainda não é suficiente
Para que eu consiga fugir da morte
Um pouco constrangedor
Dentre todos os meus deveres
Sabendo que os esqueci
De outra forma, seria doloroso demais
Levante o seu rosto, pessoa de olhos negros!
A luz apenas nasceu, porque voce a viu
Cercado por um minuto, num mundo pintado em segundos
Pelas cores que escolhi
Imagino o significado das feridas que
Não poderei fechar
Meu único artista, em pé, acima desse palco
que centro do mundo será
Até o fim, até o seu fim
O que farei? Mal posso fingir
Pois estou vazio por dentro
Olá, prazer, aqui estou!
A.Jheronimus
👁️ 68
Minha Mãe- MJ
Tu estarás comigo e serás o meu amor
Quando as nuvens se moverem e os céus
Se erguerem na esperança do milagre
Quando a lua não mais caminhar sobre a tua pele sofrida de há muitos anos
Tu serás meu amor e como teu amado
Dar-te-ei estes campos dourados
E que em tudo me sobre amor
Para estancar a feridas da tua alma
Porque quando se ama
Nem que se me prendam os segredos
Conhecidos por este céu ciumento
Dos meus dias de criança
Guarnecidos pelo teu pungente sofrer
Eu te carregue
E te traga a banquete os dias da então prometida e merecida vitória, minha mãe.
Porque tu és amor, e de ti nasci
E diferente não sou.
Quando as nuvens se moverem e os céus
Se erguerem na esperança do milagre
Quando a lua não mais caminhar sobre a tua pele sofrida de há muitos anos
Tu serás meu amor e como teu amado
Dar-te-ei estes campos dourados
E que em tudo me sobre amor
Para estancar a feridas da tua alma
Porque quando se ama
Nem que se me prendam os segredos
Conhecidos por este céu ciumento
Dos meus dias de criança
Guarnecidos pelo teu pungente sofrer
Eu te carregue
E te traga a banquete os dias da então prometida e merecida vitória, minha mãe.
Porque tu és amor, e de ti nasci
E diferente não sou.
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