Escritas

ipê

João de Castro Sampaio
Pobres que Circe implode. Som
Que risível é o prazer
Mas que pena tenho eu que sentir
Pena que anjo? eu tenho nojo. Anjo
Do alto rampampam eu te acompanho tss tss
Oh Marília eu quem sou eu? O
Bom pastor Dirceu, a quem a graça vós trouxeste
À pura alma de Glauceste, o tiquetaque do relógio
Meia-noite à Cronos estais em mãos, entregue
Ao pai, que estão perdidos em matas e rodovias
Voltar marcado e flagelado não faz surgir nada
De novo sob o Sol, palavra do Snõr
Graças aos seus, além, mar de utopia e sonhos cansativos
Haja tempo antes que se faça a hora
Outro dia, mas que interno vou pular
E treinava o sorriso no espelho o senhor Bloom
A poucos passos do seu grande dia, pela sua dolorosa paixão
Me diga aonde foi que eu errei, e nada, realmente 
Me surpreende mais.
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