Ora, Carlos

Ora, menina, sossegue, amar é assim mesmo: hoje beija, amanhã não beija, ontem cuidava de lá, hoje cuida daqui, mas com a mesma ternura e vontade exagerada.

Hoje sente falta, amanhã sente mais e vai assim aumentando a dose até preencher o peito todo de ânsia por encher-se dela. Aí mata.

Quando mata mata direito, pra não deixar nenhuma lasca da braba. Mata a saudade e a vontade, assim nessa ordem
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