noturno contrito
yuri petrilli
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noite,
rasga a camisa da pele
que visto,
mas pousa-me
um anel
de perdão
em meu bolso.
apedreja o vitral
dos meus olhos cansados,
mas dá-me
o sabor
do silêncio
partido.
cava-me o peito vazio
até não restar nada,
mas traz-me
de volta
um sonho
na concha
das mãos.
noite.
rasga a camisa da pele
que visto,
mas pousa-me
um anel
de perdão
em meu bolso.
apedreja o vitral
dos meus olhos cansados,
mas dá-me
o sabor
do silêncio
partido.
cava-me o peito vazio
até não restar nada,
mas traz-me
de volta
um sonho
na concha
das mãos.
noite.
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