À MARGEM DO CORTE

Alexandre Rodrigues da Costa
Alexandre Rodrigues da Costa
1 min min de leitura
Sua mão
se dissolve
na areia,

onde, agora,
aquele que
a persegue
se rende.

Não há água
o bastante,
mas ela o segue.

Sobre a pele
da criança
morta, a sede.
517 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.