Vendo-me por carinho
Iago R Carvalho
1 min min de leitura
Sou prostituta dos afetos humanos
Vendo-me por carinho
Dou-me em troca de carícias
Abro mão de mim, entrego-me a outrém
Conquistam-me o abraço e o beijo
Mas não mais os vejo
Como posso viver se não mais os vejo?
Se não sinto mais o abraço
Se não mordisco mais o beijo
Qual será meu erro crasso?
Que me afasta do beijo
Que me não aproxima do abraço?
Sou prostituta dos afetos humanos
Seguidor dos ensinamentos profanos
De ceder-me por carinho
Não me envergonha o que faço
Mas não mais o farei
Visto que não o posso
O porquê? Não sei
Dize tu, pois, meu erro crasso
Que me afastou do beijo
Que me priva do abraço
Vendo-me por carinho
Dou-me em troca de carícias
Abro mão de mim, entrego-me a outrém
Conquistam-me o abraço e o beijo
Mas não mais os vejo
Como posso viver se não mais os vejo?
Se não sinto mais o abraço
Se não mordisco mais o beijo
Qual será meu erro crasso?
Que me afasta do beijo
Que me não aproxima do abraço?
Sou prostituta dos afetos humanos
Seguidor dos ensinamentos profanos
De ceder-me por carinho
Não me envergonha o que faço
Mas não mais o farei
Visto que não o posso
O porquê? Não sei
Dize tu, pois, meu erro crasso
Que me afastou do beijo
Que me priva do abraço
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