276 - INTEMPÉRIES E RECANTOS EM MIM
Eu tenho tempestades nas entranhas;
Nos pés, campinas e tufão nas pernas;
Nos braços, covas brandas onde hibernas;
No fôlego, o bom vento que acompanhas;
Nos olhos, o oceano em que te banhas;
Na mente, as profundezas mais internas;
No coração, vulcões, tremor, cavernas;
Nas costas, a cadeia de montanhas;
Terei as intempéries que interagem
Com tais recantos onde se revela
A minha natureza não selvagem.
Com aquarela amor tornou-se a tela
Em que pintavas íntima paisagem
Que só foi bela quando estavas nela.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 06/08/2020 para minha esposa Ingrid da Rosa Rodrigues Oliveira)
Nos pés, campinas e tufão nas pernas;
Nos braços, covas brandas onde hibernas;
No fôlego, o bom vento que acompanhas;
Nos olhos, o oceano em que te banhas;
Na mente, as profundezas mais internas;
No coração, vulcões, tremor, cavernas;
Nas costas, a cadeia de montanhas;
Terei as intempéries que interagem
Com tais recantos onde se revela
A minha natureza não selvagem.
Com aquarela amor tornou-se a tela
Em que pintavas íntima paisagem
Que só foi bela quando estavas nela.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 06/08/2020 para minha esposa Ingrid da Rosa Rodrigues Oliveira)
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