À Kine
Lucas de Medeiros Hipolito
Ăh! Astros boreais! - Dâonde vem esta mulher?
-
Saltei por sob os montes da AmĂ©rica⊠Oh, DeusâŠ
E fomos nâum voo dantesco - Costas dâAmĂ©rica Central.
Voamos longe! Quase que pelos suspiros dos céus.
Puseste-me aos altos ares!⊠um largo imenso e astral!
⊠Vibrante!⊠Trepidante! - låbios meus com os teus.
Ăh! Montanhas de Guatemala!âŠ
-
Que pelos vulcĂ”es dâAtitlĂĄn quero rugir meus sonhos,
e por todo o lago o meu sussurro chegar!
E quero, minhâamada, avistar teus olhos risonhos
e pelas rochas de Pavones, te namorar.
⊠Adeus! Adeus! aos meus passados tristonhos.
Ăh! Cintilantes luzes cadentes!âŠ
-
Os suores sâexcitam!⊠a se beijarem entre peles desnudas,
como as ĂĄguas que namoram as pedras de Costa RicaâŠ
Eu fui louvar os teus beijos em noites longas e profundas!
E quandâestrelas apagam noâspaço, Ă© alvorada pâra vida.
⊠à o levante?!⊠parece mar, mas é uma pele com ternuras.
Ăh! Ăguas dâoceano infinito!⊠és tua mulher!
-
JĂĄ vivemos os prazeres e os gozos de uma inteira noite!
Assim como deliramos nâuma imensa eclipse da luaâŠ
Sinto os suspiros dâestas lembranças nâuma sĂł estrofe,
E inda lembro a sombra tua a passar⊠delicada e nua.
⊠Gritemos Avante!⊠aos amores vividos antes da morte.
Ăh!⊠As luzes vieram pâra âluminar tuas pupilas!âŠ
-
As vezes castanhos, as vezes verdes⊠outras azuis.
Teus olhos sĂŁo como galĂĄxias cuspindo cores pâra o universo!
E sĂŁo em noites de Cogumelos, como em Santa Cruz,
Que o verde cintila pelas beiradas de meu mundo inversoâŠ
⊠Quandâos Azuis, Castanhos⊠viram orquestra de luz
Ăh!⊠Ăs flores, florestas⊠Ăh!⊠aos oceanos, mares!âŠ
-
Brilhastes as manhĂŁs com os sorrisos luzentes de tua boca,
Criastes os arrebĂłis exuberantes das tardes minhas!âŠ
E dançastes os meus desejos⊠quando beijaste-me sem roupa.
Mas lembro-me as noites que te vestes como as rainhasâŠ
... Desfilante! Assim como a borboleta que dança livre e solta!
Ăh!⊠Ăs auroras universais!⊠Ăh!⊠Ăs alvoradas boreais!
-
Suspiramos os prazeres do empĂreo!⊠vivemos um amor sim.
Sou inspirado pelos monumentos fantĂĄsticos e celestiais!âŠ
Tu Ă©s a colibri musa, que sâapaixona pelas terras dâonde vim,
e caio em teu leito como as ĂĄguas em cachoeiras colossaisâŠ
⊠Despistes o teu corpo como a nudez dâum mar sem fim.
-
Saltei por sob os montes da AmĂ©rica⊠Oh, DeusâŠ
E fomos nâum voo dantesco - Costas dâAmĂ©rica Central.
Voamos longe! Quase que pelos suspiros dos céus.
Puseste-me aos altos ares!⊠um largo imenso e astral!
⊠Vibrante!⊠Trepidante! - låbios meus com os teus.
Ăh! Montanhas de Guatemala!âŠ
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Que pelos vulcĂ”es dâAtitlĂĄn quero rugir meus sonhos,
e por todo o lago o meu sussurro chegar!
E quero, minhâamada, avistar teus olhos risonhos
e pelas rochas de Pavones, te namorar.
⊠Adeus! Adeus! aos meus passados tristonhos.
Ăh! Cintilantes luzes cadentes!âŠ
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Os suores sâexcitam!⊠a se beijarem entre peles desnudas,
como as ĂĄguas que namoram as pedras de Costa RicaâŠ
Eu fui louvar os teus beijos em noites longas e profundas!
E quandâestrelas apagam noâspaço, Ă© alvorada pâra vida.
⊠à o levante?!⊠parece mar, mas é uma pele com ternuras.
Ăh! Ăguas dâoceano infinito!⊠és tua mulher!
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JĂĄ vivemos os prazeres e os gozos de uma inteira noite!
Assim como deliramos nâuma imensa eclipse da luaâŠ
Sinto os suspiros dâestas lembranças nâuma sĂł estrofe,
E inda lembro a sombra tua a passar⊠delicada e nua.
⊠Gritemos Avante!⊠aos amores vividos antes da morte.
Ăh!⊠As luzes vieram pâra âluminar tuas pupilas!âŠ
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As vezes castanhos, as vezes verdes⊠outras azuis.
Teus olhos sĂŁo como galĂĄxias cuspindo cores pâra o universo!
E sĂŁo em noites de Cogumelos, como em Santa Cruz,
Que o verde cintila pelas beiradas de meu mundo inversoâŠ
⊠Quandâos Azuis, Castanhos⊠viram orquestra de luz
Ăh!⊠Ăs flores, florestas⊠Ăh!⊠aos oceanos, mares!âŠ
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Brilhastes as manhĂŁs com os sorrisos luzentes de tua boca,
Criastes os arrebĂłis exuberantes das tardes minhas!âŠ
E dançastes os meus desejos⊠quando beijaste-me sem roupa.
Mas lembro-me as noites que te vestes como as rainhasâŠ
... Desfilante! Assim como a borboleta que dança livre e solta!
Ăh!⊠Ăs auroras universais!⊠Ăh!⊠Ăs alvoradas boreais!
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Suspiramos os prazeres do empĂreo!⊠vivemos um amor sim.
Sou inspirado pelos monumentos fantĂĄsticos e celestiais!âŠ
Tu Ă©s a colibri musa, que sâapaixona pelas terras dâonde vim,
e caio em teu leito como as ĂĄguas em cachoeiras colossaisâŠ
⊠Despistes o teu corpo como a nudez dâum mar sem fim.
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