Soneto

Oh! Como é doce a lira de um poeta
Que na calada da noite penteia
Prantos reticentes que a alma anseia
A dor como princípio e por meta

Assim como artefato de profeta
A poesia por minh'alma pigarreia
E quando a mente dela se enxameia
Faz trabalhar a mente do poeta

O leitor que pela poesia vã
Destroça em vida sua mente sã
De uma maneira mais vil e dantesca

Queira eu em minha vida de escritor
Nunca com minha escrita causar dor
Tira-me desta sina vilanesca
331 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.