Estátuas de cal-viva
Estátuas de cal-viva
Apalidez excessiva
É o quetorna perpétuas
Asestátuas de cal-viva
Etristes as madrugadas,
O queposso dizer,
Dosdonos das heras,
Devoradosp’la larva pária,
Dahonra de não morrer.
-Comoquerendo não querer-
Assimescrevo…
Porimpulso,duvidoso
Doparadigma que sou,
Assumoo meu ser
Inacabado,
Celebroo que falta
Dizersem dizer,
Oxalá odia
Acabassemanhã cedo,
Paraque pare o querer
Libertar-me
Dotributo
Quepresto ao pensar,
Acordarde novo,
Nãosendo servo do que escrevo,
Aondenão houvesse chão,
Numcolchão de ar,
(Se depoesia fosse feito)
Mas sóestou triste
Numaface,
A outranão resiste
À cal eperece,
Consciente,esquecida.
JorgeSantos (01/2013)
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