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Para minha amada e querida amiga Bruna.
14 de Junho de 2020,
num claro ponto de ônibus do Panorama.
Lembro-me das nossas risadas
Lembro-me das suas falazadas.
Recordo-me de toques, abraços, consentimentos.
Resgato todas as memórias contigo como um mar de existência, de sobrevivências.
Busco-te em cada alegria, em cada tristeza, tudo isso, sem nenhum tipo de destreza.
Amo-te e agarro nas nossas tão felizes memórias.
Nem claro, claro, é tudo.
Recordo-me das obscuridades,
da pedra maldita
da conversa sobre a grade
da família que não te aceitava de verdade
da ausência de oportunidade
na ausência de bondade pelas outras pessoas
pela não existência de um coração disposto a ajudar.
Despeço-me de ti com
o coração machucado,
enraivado, alucinado e bagunçado.
Teu rosto, tua feição, teu sofrimento.
És luta, aprendizado
és vivências, alucinados
Agarro em tua luz,
Amparo-me na tua gloriosa existência
Entro-me em lugares onde não sou avistado, mas eu tô lá.
Por você, pelos vives, por todos que eu amo e gosto de estar perto.
Estamos ligados pelo amor cultivado por toda nossa existência física e subjetiva.
Um pouco niilista, desprezo este meu pedaço por um momento, para socorrer-me ao plano não compreendido, para afirmar e agradecer:
Obrigado por toda amor e vivências cultivades.
Obrigado, minha amada e querida amiga Bruna.
14 de Junho de 2020,
num claro ponto de ônibus do Panorama.
Lembro-me das nossas risadas
Lembro-me das suas falazadas.
Recordo-me de toques, abraços, consentimentos.
Resgato todas as memórias contigo como um mar de existência, de sobrevivências.
Busco-te em cada alegria, em cada tristeza, tudo isso, sem nenhum tipo de destreza.
Amo-te e agarro nas nossas tão felizes memórias.
Nem claro, claro, é tudo.
Recordo-me das obscuridades,
da pedra maldita
da conversa sobre a grade
da família que não te aceitava de verdade
da ausência de oportunidade
na ausência de bondade pelas outras pessoas
pela não existência de um coração disposto a ajudar.
Despeço-me de ti com
o coração machucado,
enraivado, alucinado e bagunçado.
Teu rosto, tua feição, teu sofrimento.
És luta, aprendizado
és vivências, alucinados
Agarro em tua luz,
Amparo-me na tua gloriosa existência
Entro-me em lugares onde não sou avistado, mas eu tô lá.
Por você, pelos vives, por todos que eu amo e gosto de estar perto.
Estamos ligados pelo amor cultivado por toda nossa existência física e subjetiva.
Um pouco niilista, desprezo este meu pedaço por um momento, para socorrer-me ao plano não compreendido, para afirmar e agradecer:
Obrigado por toda amor e vivências cultivades.
Obrigado, minha amada e querida amiga Bruna.
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