DIVINA ARTE
edson depieri
2 min min de leitura
Gênesis, alfa e ômega do infindo
Prelúdio da ciência que a tutela
Para ver de Adão a Eva erigindo
Deus duplica o “X” do gene da tsela (Gênesis 2:21-22)
Na mitologia, Esculápio foi o Deus
Hipócrates, o pai de sua doutrina
Merit Ptah, prógona de ofícios teus
E Lucas, o Patrono de graça Trina (Colossenses 4:14)
Divina é a norma que aduz Galeno
Ofício laico e de toda crença
De derme prisma, na casta epiceno
E de todo arrimo, sem diferença
Récipe de Moisés aos Hebreus
Arauto de asseio e higidez (Deuteronômio 23:10-13)
Máscara e quarentena no mal de Aretaeus (Levíticos 13:45-46)
Mundície às secreções e sordidez (Levíticos 15)
Assepsia a objetos morbígenos (Levíticos 11:33-34 e 15:12)
Aterro de vetor de afecção (Deuteronômio 23:12-14)
Dispersão de germes patógenos (Números 19 e Levíticos 11)
Da terra se produz medicação (Eclesiástico 38:4)
José, no apogeu de contrição
Confiou-lhes seu pai à preservar (Gênesis 50:2)
Asa de Judá, em mórbida aflição
Evocou divina arte à sanear (2º Crônicas16:12)
Jesus, arquétipo de Asclépio
Fez hemostase em coagulopatia (Marcos 5:25-34)
Sanou de psicose sem remédio (Mateus 17:15)
Em isquemia de quadril fez terapia (João 5:8)
Curou displasia em nervo óptico (João 9:1-7)
Em interfalange, sanou osteoartrites (Mateus 12:9-13)
Iátrica sublime em dez morféticos (Lucas 17:13-19)
Cardioversão de apnéia a quatro noites (João 11:39-44)
O altíssimo, geriu-lhe a sapiência (Eclesiástico 38:1)
Sua arte, provém do onipotente (Eclesiástico 38:2)
Da sacracidade, a honra da ciência (Eclesiástico 38:6)
Dos céus, eflúvios clínicos são latentes (Eclesiástico 38:14)
Para cruzar o infesto mar de algia
O Fraterno Criador, desde o arrebol
Apostolou mareantes com logia
A desvelar filhos teus de sol a sol
Anjos de amor de alvas fardas
Iatros condutor da panaceia
Q'em grã-renúncia, em horas tardas
Lutam a verter anóxia em eupneia
Indubitável ser celeste vosso dom
Pois a benção é terapia em poesia
A cura, o milagre em sacro tom
E o médico, o poeta em maestria
Gratulamo-vos por rara devoção
Mesmo no calvário de afã rotina
Atado ao amor, esmero e afeição
O pranto e prece rege-lhes a sina
Oh! Sublime Impulso do Supremo
Síntese Magistral de Inteligência
Concedas bendição do Nazareno
Aos Doutores missionários da ciência
Edson Depieri
www.edsondepieri.com
Prelúdio da ciência que a tutela
Para ver de Adão a Eva erigindo
Deus duplica o “X” do gene da tsela (Gênesis 2:21-22)
Na mitologia, Esculápio foi o Deus
Hipócrates, o pai de sua doutrina
Merit Ptah, prógona de ofícios teus
E Lucas, o Patrono de graça Trina (Colossenses 4:14)
Divina é a norma que aduz Galeno
Ofício laico e de toda crença
De derme prisma, na casta epiceno
E de todo arrimo, sem diferença
Récipe de Moisés aos Hebreus
Arauto de asseio e higidez (Deuteronômio 23:10-13)
Máscara e quarentena no mal de Aretaeus (Levíticos 13:45-46)
Mundície às secreções e sordidez (Levíticos 15)
Assepsia a objetos morbígenos (Levíticos 11:33-34 e 15:12)
Aterro de vetor de afecção (Deuteronômio 23:12-14)
Dispersão de germes patógenos (Números 19 e Levíticos 11)
Da terra se produz medicação (Eclesiástico 38:4)
José, no apogeu de contrição
Confiou-lhes seu pai à preservar (Gênesis 50:2)
Asa de Judá, em mórbida aflição
Evocou divina arte à sanear (2º Crônicas16:12)
Jesus, arquétipo de Asclépio
Fez hemostase em coagulopatia (Marcos 5:25-34)
Sanou de psicose sem remédio (Mateus 17:15)
Em isquemia de quadril fez terapia (João 5:8)
Curou displasia em nervo óptico (João 9:1-7)
Em interfalange, sanou osteoartrites (Mateus 12:9-13)
Iátrica sublime em dez morféticos (Lucas 17:13-19)
Cardioversão de apnéia a quatro noites (João 11:39-44)
O altíssimo, geriu-lhe a sapiência (Eclesiástico 38:1)
Sua arte, provém do onipotente (Eclesiástico 38:2)
Da sacracidade, a honra da ciência (Eclesiástico 38:6)
Dos céus, eflúvios clínicos são latentes (Eclesiástico 38:14)
Para cruzar o infesto mar de algia
O Fraterno Criador, desde o arrebol
Apostolou mareantes com logia
A desvelar filhos teus de sol a sol
Anjos de amor de alvas fardas
Iatros condutor da panaceia
Q'em grã-renúncia, em horas tardas
Lutam a verter anóxia em eupneia
Indubitável ser celeste vosso dom
Pois a benção é terapia em poesia
A cura, o milagre em sacro tom
E o médico, o poeta em maestria
Gratulamo-vos por rara devoção
Mesmo no calvário de afã rotina
Atado ao amor, esmero e afeição
O pranto e prece rege-lhes a sina
Oh! Sublime Impulso do Supremo
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