Num 12 de abril

Adriana grande, eu era.

Era a face mais enlouquecida de mim,
até então eu ter descoberto.

Minhas pele pulsava a mais extrema subjetividade,
meu espírito pulsava por vida, vida, viva, davi.

Eu vivia, transcendia,
até ardia, ardia, sadia.

Um pouco niilista, eu mesmo assim, vivia,
com cobranças; sorria,
que sozinha; eclodia,
que disperso; abrangeria.

Eu vivia, el@ sorria,
ou, propriamente dizendo,
não existia, mas eu vivia.

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