Um dia a mais para recordar
Não há um dia que não sinta saudades,
Saudades desses grandes momentos,
Desses dias de transbordante alegria
Que passei com meus amigos;
E nos tempos mais remotos
Com os meus entes queridos
Que já não existem mais...
Em horas a fio, impulsionados
Por um nevoeiro de sonhos fugazes,
Aproveitávamos a plenitude dos dias;
Também conversavamos
Sobre o sentido de nossas vidas
E do quanto foi maravilhoso
Saborear o doce sussurro
Dos mais singelos instantes...
Degustar o cálice das ótimas lembranças
É ser consciente de que na vida
Houve momentos gloriosos e (con)vivências
Perfeitamente inesquecíveis, inspiradoras...
É ser consciente de que a vida
Também é constituída de momentos
Sublimes e de grandes expectativas...
Os mares enriquecem
De inspiração os poetas
E as estrelas cintilam
Para nos fazer sorrir e devanear...
Mas é tão breve as alegrias da vida!
É tão breve quanto
Uma longa viagem sem destino...
Como tem sido
Breve os momentos de inspiração
E também Breves e raros
Os momentos em que estamos próximos
De pessoas verdadeiramente autênticas
E incrivelmente cordiais, sinceras!
Tudo some, tudo morre,
Tudo o que existe um dia se esvai...
Eu vejo o fim de tudo,
Vejo o fim dos momentos
Que prolongaram-se em demásia...
Eu vejo o fim das alegrias
E das tristezas...
Vejo, sobretudo, o fim
Das tempestades
E das calmarias...
E também um prazo
Para os ressentimentos
Quando temos coragem
Para enfrentá-los...
(Sim, até mesmo todo esse
Ódio pode envelhecer e agonizar!)
A prosperidade e a miséria
Também estão à mercê
Das mudanças implacáveis
Que foram ocasionadas pelo tempo,
Uma chama incerta,
Assim é o tempo
Que nos foi dado para viver
Sobre a face dessa terra
O que sobra mesmo são os resquícios
Dos fragmentos vividos
E uma doce melancolia
Que embala as nossas noites
Ao sabor de uma canção
Consideravelmente intempestiva
E de melodias confortávelmente
Misteriosas e saudosistas...
Ao semear dias inesquecíveis,
Colhi um mosaíco de lembranças,
Vagarosas lembranças
Que encantam e adornam a vida
De experiências que edificam!
Saudades desses grandes momentos,
Desses dias de transbordante alegria
Que passei com meus amigos;
E nos tempos mais remotos
Com os meus entes queridos
Que já não existem mais...
Em horas a fio, impulsionados
Por um nevoeiro de sonhos fugazes,
Aproveitávamos a plenitude dos dias;
Também conversavamos
Sobre o sentido de nossas vidas
E do quanto foi maravilhoso
Saborear o doce sussurro
Dos mais singelos instantes...
Degustar o cálice das ótimas lembranças
É ser consciente de que na vida
Houve momentos gloriosos e (con)vivências
Perfeitamente inesquecíveis, inspiradoras...
É ser consciente de que a vida
Também é constituída de momentos
Sublimes e de grandes expectativas...
Os mares enriquecem
De inspiração os poetas
E as estrelas cintilam
Para nos fazer sorrir e devanear...
Mas é tão breve as alegrias da vida!
É tão breve quanto
Uma longa viagem sem destino...
Como tem sido
Breve os momentos de inspiração
E também Breves e raros
Os momentos em que estamos próximos
De pessoas verdadeiramente autênticas
E incrivelmente cordiais, sinceras!
Tudo some, tudo morre,
Tudo o que existe um dia se esvai...
Eu vejo o fim de tudo,
Vejo o fim dos momentos
Que prolongaram-se em demásia...
Eu vejo o fim das alegrias
E das tristezas...
Vejo, sobretudo, o fim
Das tempestades
E das calmarias...
E também um prazo
Para os ressentimentos
Quando temos coragem
Para enfrentá-los...
(Sim, até mesmo todo esse
Ódio pode envelhecer e agonizar!)
A prosperidade e a miséria
Também estão à mercê
Das mudanças implacáveis
Que foram ocasionadas pelo tempo,
O tempo que tudo consome e expira!
Assim é o tempo
Que nos foi dado para viver
Sobre a face dessa terra
Povoada de amarguras repentinas
E voluptuosidades efêmeras.
O que sobra mesmo são os resquícios
Dos fragmentos vividos
E uma doce melancolia
Que embala as nossas noites
Ao sabor de uma canção
Consideravelmente intempestiva
E de melodias confortávelmente
Misteriosas e saudosistas...
Ao semear dias inesquecíveis,
Colhi um mosaíco de lembranças,
Vagarosas lembranças
Que encantam e adornam a vida
De experiências que edificam!
Tais experiências ainda eu quero que perdurem
No recanto mais secreto do meu coração.
Mas elas só irão prevalecer em mim
Enquanto eu for irradiado e animado
Por uma força íntima,
Uma força misteriosa e secreta que me traz à vida
E tem até hoje me feito continuamente caminhar...
Enfim, dentro de mim reina
Uma motivação que insiste, até esse momento,
Em trazer à tona reminiscências alegres,
Reminiscências que me ensinam
Que na vastidão de meu ser
Elas devem permanecer!
No recanto mais secreto do meu coração.
Mas elas só irão prevalecer em mim
Enquanto eu for irradiado e animado
Por uma força íntima,
Uma força misteriosa e secreta que me traz à vida
E tem até hoje me feito continuamente caminhar...
Enfim, dentro de mim reina
Uma motivação que insiste, até esse momento,
Em trazer à tona reminiscências alegres,
Reminiscências que me ensinam
Que na vastidão de meu ser
Elas devem permanecer!
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