A janela da esperança
Num dia qualquer abri a minha janela
Para ver o que de belo podia presenciar.
Foi então que descobri uma alegria singela
Perfumando os ares com o seu propagar.
A vida sorriu para mim com o seu melodioso canto
E a morte de todos os dias esmoreceu
Junto com a escuridão nas ruas em pranto
Pela vinda da esperança que enfim apareceu.
Pude degustar o frescor aprazível do vento
E tatear com o coração a sonata dos seres alados
Em comunhão pelos céus no intento
De trazerem com o arrebol sonhos inesperados.
Pela janela de uma nova vida, um mundo renovado
Ressugiu como uma primavera ainda mais formosa
Com tantos tons de cores para o meu ser entusiasmado
Uma infância secreta despertou do seu sono
Para propiciar os seus doces odores de jovialidade
Na minh'alma que hoje voa pelo entorno
De um porvir a desfraldar uma via de liberdade.
Para ver o que de belo podia presenciar.
Foi então que descobri uma alegria singela
Perfumando os ares com o seu propagar.
A vida sorriu para mim com o seu melodioso canto
E a morte de todos os dias esmoreceu
Junto com a escuridão nas ruas em pranto
Pela vinda da esperança que enfim apareceu.
Pude degustar o frescor aprazível do vento
E tatear com o coração a sonata dos seres alados
Em comunhão pelos céus no intento
De trazerem com o arrebol sonhos inesperados.
Pela janela de uma nova vida, um mundo renovado
Ressugiu como uma primavera ainda mais formosa
Com tantos tons de cores para o meu ser entusiasmado
Na contemplação dessa aurora deleitosa.
Uma infância secreta despertou do seu sono
Para propiciar os seus doces odores de jovialidade
Na minh'alma que hoje voa pelo entorno
De um porvir a desfraldar uma via de liberdade.
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