Escravo
Não acredito mais em solidão
Ninguém nunca nasceu sozinho
E jamais morrerá; mesmo que há de morrer consigo mesmo
A verdade é que somos
Escravos de sensações, iludidos pela máquina
E pelo fim do mundo, a corrupção humana
A memória imaculada e irrestrita criando realidades,
Todos são artífices e peões da consciência
Continuo andando
Pensando em tudo, não olho para o caminho que segue
Meus olhos fitam o chão, procurando degraus
Para eu não tropeçar
Pois eu Sou O Senhor
O qual ajoelham perante tamanho poder
De transformar palavras em sensações
Irreais azul
Eu Sou O Senhor Azul
Que formas euclidianas te limitam a entender
Acorde, e não perpetue o sonho
Pois o sonho, em algum, momento tornar-se-á real
Ninguém nunca nasceu sozinho
E jamais morrerá; mesmo que há de morrer consigo mesmo
A verdade é que somos
Escravos de sensações, iludidos pela máquina
E pelo fim do mundo, a corrupção humana
A memória imaculada e irrestrita criando realidades,
Todos são artífices e peões da consciência
Continuo andando
Pensando em tudo, não olho para o caminho que segue
Meus olhos fitam o chão, procurando degraus
Para eu não tropeçar
Pois eu Sou O Senhor
O qual ajoelham perante tamanho poder
De transformar palavras em sensações
Irreais azul
Eu Sou O Senhor Azul
Que formas euclidianas te limitam a entender
Acorde, e não perpetue o sonho
Pois o sonho, em algum, momento tornar-se-á real
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