Triste luar (Plinio Schonarth)
Alexa Stampp
A luz do luar mesmo em seu auge
não ilumina minhas lágrimas;
já não esta presente na minha vida.
O que me resta são lembranças de um tempo,
um outro tempo supostamente feliz.
Enquanto me martirizo por erros cometidos;
me culpo por palavras proferidas,
e atitudes tão impulsivamente tomadas.
Vejo as nuvens cobrirem a luz da lua,
encobrindo toda a beleza da noite.
Sou triste, largado as traças;
a pessoa que existia morreu,
o brilho que residia em meus olhos
se apagou para sempre.
E meu coração que batia acelerado por apenas ouvir sua voz
agoniza perante a dor de sua ausência,
o bem que me fazia ja não o faz,
o mal que a saudade traz me domina
e me vejo agora triste.
Escondendo minhas lágrimas a sombra do luar.
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