Lista de Poemas

Em geral, a clemência dos príncipes não é senão uma política para conquistar a afeição dos povos.

 

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A moderação é o temor de cair na inveja e no desprezo que merecem os que se inebriam com sua felicidade; é uma vã ostentação da força de nosso espírito; enfim, a moderação dos homens em sua maior elevação é um desejo de parecerem maiores que seu destino.

 

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Essa clemência que apresentamos como virtude se pratica ora por vaidade, às vezes por preguiça, muitas vezes por medo, e quase sempre pelas três razões juntas.

 

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As paixões costumam gerar outras que lhes são contrárias. A avareza produz às vezes a prodigalidade, e a prodigalidade a avareza; em geral somos firmes por fraqueza e audaciosos por timidez.

 

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As paixões têm uma injustiça e um interesse próprio que tornam perigoso segui-las, e devemos desconfiar delas mesmo quando parecem as mais racionais.

 

Por mais cuidado que tomemos em acobertar as paixões com as aparências de devoção e honra, elas sempre aparecem através desses véus.

 

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A gratidão nada mais é que a esperança de novos favores

 

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Essas grandes e deslumbrantes ações que ofuscam os olhos são julgadas pelos políticos como efeitos de grandes propósitos, sendo em geral do temperamento e das paixões. Assim, a guerra de Augusto e de Antônio, que se atribui à ambição que tinham de se tornar senhores do mundo, talvez fosse apenas consequência do ciúme.

 

A paixão faz muitas vezes do homem mais hábil um louco, e hábeis os mais tolos.

 

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As paixões são os únicos oradores que sempre convencem. São uma arte da natureza de regras infalíveis; e o homem mais simples que tem paixão convence melhor do que o mais eloquente que não a tem.

 

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