Lista de Poemas
Coração Não Gostes Dela, Que Ela Não Gosta de Ti
Desde que seus olhos vi,
Pulas, e bates no peito,
Tape tape, tipe ti:
Coração, não gostes dela,
Que ela não gosta de ti.
Quando anda, quando fala,
Quando chora, quando ri;
Coração, tu não sossegas,
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Já te disse que era d'outro;
Coração, não te menti;
Mas tu, coitado! te assustas,
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Aquele modo risonho
Não é, nem foi para ti;
Basta, louco, e não estejas
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Um dia que me afagava,
Zombava, eu bem percebi,
Era por gostar de ver-te
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Coração, tu não me enganes
Todo o teu mal vem dali;
Tu palpitando te explicas,
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
É amável, mas não ama,
Eu já mesmo to adverti;
E tu mui néscio teimando,
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Si tu leres nos seus olhos,
O que eu com meus olhos li,
Talvez te não canses tanto,
Tape tape, tipe ti:
Coração, etc.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção de suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1798).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15
Doçura de Amor
Sempre o mesmo gosto fosse,
Mas um Amor Brasileiro
Eu não sei porque é mais doce.
Gentes, como isto
Cá é temperado,
Que sempre o favor
Me sabe a salgado:
Nós lá no Brasil
A nossa ternura
A açúcar nos sabe,
Tem muita doçura,
Oh! se tem! tem.
Tem um mel mui saboroso
É bem bom, é bem gostoso.
As ternuras desta terra
Sabem sempre a pão e queijo,
Não são como no Brasil
Que até é doce o desejo.
Gentes, etc.
Ah nhanhá venha escutar
Amor puro e verdadeiro,
Com preguiçosa doçura
Que é Amor de Brasileiro.
Gentes, etc.
Os respeitos cá do Reino
Dão a Amor muita nobreza,
Porém tiram-lhe a doçura
Que lhe deu a Natureza.
Gentes, etc.
Quanto a gente tem nhanhá
Que lhe seja bem fiel,
É como no Reino dizem
Caiu a sopa no mel.
Gentes, etc.
Se tu queres qu'eu te adore
À Brasileira hei de amar-te,
Eu sou teu, e tu és minha,
Não há mais tir-te nem guar-te.
Gentes, etc.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15)
NOTA: Nhanhá: tratamento dado às meninas e às moças pelos escravos. Sem tir-te nem guar-te: sem aviso prévio, sem cerimôni
Vou Morrendo Devagar
Sim gostas de me matar;
Morro, e por dar-te mais gosto,
Vou morrendo devagar:
Eu gosto morrer por ti
Tu gostas ver-me expirar;
Como isto é morte de gosto,
Vou morrendo devagar:
Amor nos uniu em vida,
Na morte nos quer juntar;
Eu, para ver como morres,
Vou morrendo devagar:
Perder a vida é perder-te;
Não tenho que me apressar;
Como te perco morrendo,
Vou morrendo devagar:
O veneno do ciúme
Já principia a lavrar;
Entre pungentes suspeitas
Vou morrendo devagar:
Já me vai calando as veias
Teu veneno de agradar;
E gostando eu de morrer,
Vou morrendo devagar:
Quando não vejo os teus olhos,
Sinto-me então expirar;
Sustentado desperanças,
Vou morrendo devagar:
Os Ciúmes e as Saudades
Cruel morte me vêm dar;
Eu vou morrendo aos pedaços,
Vou morrendo devagar:
É, feliz entre as desgraças,
Quem logo pode acabar;
Eu, por ser mais desgraçado,
Vou morrendo devagar:
A morte, enfim, vem prender-me,
Já lhe não posso escapar;
Mas abrigado a teu Nome,
Vou morrendo devagar.
O Bicho Mulher
Quem sossego quiser ter,
Na densa mata do mundo
Fuja do bicho mulher.
Rói por dentro
Bem como a traça,
É quem motiva
Nossa desgraça.
Aquela menina
Que tem mais graça,
É essa quem causa
Maior desgraça.
Não temo leões nem tigres
Nem já os devo temer,
Depois de haver escapado
Ao lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Ouço sibilar serpentes
E não me fazem tremer,
Assusta-me o ruge ruge
Do lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Dizem que o crocodilo
Às vezes finge gemer,
Para matar assim finge
O lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Sinto dentro do meu peito
Não sei que coisa morder,
Dizem que isto é mordedura
Do lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Mas morder-me sem chegar-me
Isso não, não pode ser,
Ai de mim! morde co'a vista
O lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Lanço ao ar as carapuças
Dêem na cabeça a quem der,
O que digo é: fujam todos
Do lindo bicho mulher.
Rói, etc.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15)
NOTA: Ruge-ruge: onomatopéia; ruído produzido por saias que roçam o chão; frufr
Lundum em Louvor de uma Brasileira Adotiva
Vinha soberbo e vaidoso;
Só por ter nas suas margens
O meigo Lundum gostoso.
Que lindas voltas que fez
Estendido pela praia
Queria beijar-lhe os pés.
Se o Lundum bem conhecera
Quem o havia cá dançar;
De gosto mesmo morrera
Sem poder nunca chegar.
Ai rum rum
Vence fandangos e gigas
A chulice do Lundum.
Quem me havia de dizer
Mas a coisa é verdadeira;
Que Lisboa produziu
Uma linda Brasileira.
Ai beleza
As outras são pela pátria
Esta pela Natureza.
Tomara que visse a gente
Como nhanhá dança aqui;
Talvez que o seu coração
Tivesse mestre d'ali.
Ai companheiro
Não será ou sim será
O jeitinho é Brasileiro.
Uns olhos assim voltados
Cabeça inclinada assim,
Os passinhos assim dados
Que vêm entender com mim.
Ai afeto
Lundum entendeu com eu
A gente está bem quieto.
Um lavar em seco a roupa
Um saltinho cai não cai;
O coração Brasileiro
A seus pés caindo vai.
Ai esperanças
É nas chulices de lá
Mas é de cá nas mudanças.
Este Lundum me dá vida
Quando o vejo assim dançar;
Mas temo se continua.
Que Lundum me há de matar.
Ai lembrança
Amor me trouxe o Lundum
Para meter-me na dança.
Nhanhá faz um pé de banco
Com seus quindins, seus popôs,
Tinha lançado os seus laços
Aperta assim mais os nós.
Oh! doçura
As lobedas de nhanhá
Apertam minha ternura.
Logo que nhanhá saiu
Logo que nhanhá dançou,
O cravo que tinha ao peito
Envergonhado murchou.
Ai que peito
Se quiser flores bem novas
Aqui tem Amor perfeito.
Pois segue as danças de lá
Os de lá deve querer;
E se tem de lá melindres
Nunca tenha malmequer.
Ai delírio
Ela semeia saudades
De enxerto no meu martírio.
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Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15)
NOTA: Chulice: de chulo; no texto, graças, malícias. Nhanhá: tratamento dado às meninas e às moças pelos escravos. Quindins: dengues, meiguices, encantos. Popôs: possivelmente "dengues". Lobedas: possivelmente "fitas". Melindre: planta também conhecida como beijo-de-frad
Sem Acabar de Morrer
Sempre penar, e sofrer;
Vou morrendo a todo o instante
Sem acabar de morrer.
Sabes, meu bem, o que eu sofro
Quando não te posso ver
É morrer de saudades
Sem acabar de morrer.
Prometeu-me Amor doçuras,
Contentou-se em prometer;
E me faz viver morrendo
Sem acabar de morrer.
Lisonjeiras esperanças
Vêm minha morte empecer;
Vão-me sustentando a vida
Sem acabar de morrer.
Em mim tome um triste exemplo
Quem amando quer viver;
Saiba que é viver morrendo
Sem acabar de morrer.
Quando ponho a mão no peito
Sinto um lânguido bater;
É o coração que expira
Sem acabar de morrer.
Lundum [Eu nasci sem coração
Sendo com ele gerado,
Porqu'inda antes de nascer
Amor mo tinha roubado.
Resposta
Meu bem, o meu nascimento
Não foi como ele nasceu;
Qu'eu nasci com coração,
Aqui stá que todo é teu.
Apenas a minha vista
De ti notícia lhe deu,
Logo ele quis pertencer-te
Aqui stá que todo é teu.
Bebendo a luz dos teus olhos
Nela um veneno bebeu;
É veneno que cativa
Aqui stá que todo é teu
Ele em sinal do seu gosto
Pulou no peito, e bateu;
Vem vê-lo como palpita
Aqui stá que todo é teu.
Para ser teu Nhanhazinha
Não deixei nada de meu,
Té o próprio coração,
Aqui stá que todo é teu.
Se não tens mais quem te sirva
O teu moleque sou eu,
Chegadinho do Brasil
Aqui stá que todo é teu.
Eu era da Natureza
Ela o Amor me vendeu;
Foi para dar-te um escravo
Aqui stá que todo é teu.
Quando Amor me viu rendido
Logo o coração te deu;
Disse menina recebe
Aqui stá que todo é teu.
Unidos os corações
Deve andar o meu c'o teu;
Dá-me o teu, o meu stá pronto
Aqui stá que todo é teu.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15)
NOTA: Nhanhá: tratamento dado às meninas e às moças pelos escravos. Moleque: do quimbundo "mu'leke", menino; tratamento amoroso comum no Brasil no início do séc. XI
Desprezo da Maledicência
Deu o mundo em murmurar;
Porém que lhe hei de eu fazer?
É mundo, deixa falar.
Não te enfades menina
Deixa o mundo falar.
Sabes porque fala o mundo,
É só por nos invejar;
Ele tem ódio aos ditosos,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
As loucas vozes do mundo
Tu não deves escutar,
Pois que sem razão murmura,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Ouve só a quem te adora,
Quem anda por ti a bradar;
Dos outros não faças caso,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Menina, vamos amando,
Que não é culpa o amar;
O mundo ralha de tudo,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Que fazem nossos amores
Para o mundo murmurar?
É mau costume do mundo,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Sempre todos me hão de ver
Por meu bem a suspirar;
Se disto falar o mundo,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Ah meu bem não pretendamos
Do povo a boca tapar;
Bem sabes que o povo é mundo,
É mundo, deixa falar.
Não etc.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15
A Ternura Brasileira
Não posso por mais que queira,
Que o meu coração se abrasa
Da ternura Brasileira.
Uma alma singela, e rude
Sempre foi mais verdadeira,
A minha por isso é própria
Da ternura Brasileira.
Lembra na última idade
A paixão lá da primeira,
Tenho nos últimos dias
A ternura Brasileira.
Vejo a carrancuda morte
Ameigar sua viseira,
Por ver que ao matar-me estraga
A ternura Brasileira.
Caronte que chega à barca,
E que me chama à carreira,
Vê que o batel vai curvando
Co'a ternura Brasileira.
Mal piso sobre os Elísios,
Outra sombra companheira
Chega, pasma, e não conhece
A ternura Brasileira.
Eu vejo a infeliz Rainha
Que morre em ampla fogueira,
Por não achar em Enéias
A ternura Brasileira.
Do mundo a última parte
Não tem frase lisonjeira,
As três que a têm não conhecem
A ternura Brasileira.
Do mundo a última parte
Foi sempre em amar primeira,
Pode às três servir de exemplo
A ternura Brasileira.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15
Lundum [Eu tenho uma Nhanhazinha
A quem tiro o meu chapéu;
É tão bela tão galante,
Parece cousa do Céu.
Ai Céu!
Ela é minha iaiá,
O seu moleque sou eu.
Eu tenho uma Nhanhazinha
Qu'eu não a posso entender;
Depois de me ver penar,
Só então diz que me quer.
Ai, etc.
Eu tenho uma Nhanhazinha
A melhor que há nesta rua;
Não há dengue como o seu,
Nem chulice como a sua.
Ai, etc.
Eu tenho uma Nhanhazinha
Muito guapa muito rica;
O ser fermosa me agrada,
O ser ingrata me pica.
Ai, etc.
Eu tenho uma Nhanhazinha
De quem sou sempre moleque;
Ela vê-me estar ardendo,
E não me abana c'o leque.
Ai, etc.
Eu tenho uma Nhanhazinha
Por quem chora o coração;
E tanto chorei por ela,
Que fiquei sendo chorão.
Ai, etc.
Publicado no livro Viola de Lereno: coleção das suas cantigas, oferecidas aos seus amigos (1826).
In: BARBOSA, Caldas. Viola de Lereno. Pref. Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: INL, 1944. 2v. (Biblioteca popular brasileira, 14, 15)
NOTA: Nhanhá e laiá: tratamento dado às meninas e às moças pelos escravos. Moleque: do quimbundo "mu'leke", menino; tratamento amoroso comum no Brasil no início do séc. XI
Comentários (3)
GENTE VCS TEM Q VIR MAIS NESSE SITE
GOSTEI MUITO DE ESTAR NESSE SITE
ADOREI ESSE RESUMO DEMAIS.
Ninguém Morra de Ciúme | 14. Ninguém Morra de Ciúme (Domingos Caldas Barbosa - 1740-1800)
Triste Lereno, Domingos Caldas Barbosa
Ninguém morra de ciúmes – Domingos Caldas Barbosa (1740-1800)
Os Me Deixas Que Tu Dás (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
CUPIDO É LOUCO - Modinhas Inéditas de Domingos Caldas Barbosa
Sinto-me Aflita (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Os Me Deixas Que Tu Dás (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Eu Nasci Sem Coração (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Pelo Amor de Deus (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Lilia, oh Lilia (minueto) de Lereno (Domingos Caldas Barbosa). Música de Rubens Russomanno Ricciardi
Não Pode a Longa Distância (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Pelo Amor de Deus (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
A Minha Nerina (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Estas Lágrimas Sentidas (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Sinto-me Aflita (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Ganinha, Minha Ganinha (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Se Fores ao Fim do Mundo (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
LINHA DO TEMPO 4 DOMINGOS CALDAS BARBOSA IVANALDO
Tristemente A Vida Passa (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Não Pode a Longa Distância (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
A Minha Nerina (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Homens Errados e Loucos (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Homens Errados e Loucos (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Os Desprezos de Meu Bem (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Caldas Barbosa - Melodias e Redondilhas
Por Desabafar Saudades (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Tristemente a Vida Passa (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
A doença Domingos Caldas Barbosa
Lilia oh Lilia - Minueto de Lereno (1798). Música de Rubens Russomanno. Mezzo-soprano Luna Previatti
Estas Lágrimas Sentidas (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Quem Ama Para Agravar (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Ganinha, Minha Ganinha (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Quadro Antiquo - Os meus olhos e os teus olhos- Antonio Leal Moreira/Domingos Caldas Barbosa
Minha Mana Estou Gostando (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Os Desprezos de Meu Bem (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa, 1738/40?-1800)
Sobre Domingos Caldas Barbosa
Vidinha Adeus (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Projeto “Minutos de Poesia” - Domingos Caldas Barbosa.
Quem Ama Para Agravar (anônimo, atribuído a Domingos Caldas Barbosa , 1738/40?-1800)
Os me deixas que tu dás
Domingos Caldas Barbosa/Anónimo - Sentido, ternos Amantes --Segréis de Lisboa
Pérolas Negras: Domingos Caldas
Musica e Poesia na Cultura Portuguesa #3 | Domingos Caldas Barbosa:
Lundum (Poema), de Domingos Caldas Barbosa
Pérolas Negras #11: Domingos Caldas
Marcos Portugal/Domingos Caldas Barbosa-Voce trata amor em brinco - Segréis de Lisboa
Minutos de Poesia - O Meu Livre Coração - Domingos Caldas Barbosa
diga o mundo o que quiser (Poema de Domingos Caldas Barbosa)
Conversa de Botequim - #2 Domingos Caldas Barbosa
Os teus olhos e os meus olhos
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