Lista de Poemas
Desamores
Nenhum amor sem vida
É a nossa morte
Nenhum amor em vida
É amor sem sorte
Renasça sempre que assassinado
Amores meus que me fazem sofrer
Não desperdiço mais meu coração
invisto apenas em me bem querer
Aprenda sempre à cada desamor
E ame sem desperdiçar teu eu
Escolhe a dedo quem vai te ferir
Ou fuja para sempre, amor meu
Nenhuma amor na vida é amor de morte
Nenhum amor na vida é desperdício
Sabeis que amor não exige amor de volta?
Ou tens, nos desamores, o teu vício?
É a nossa morte
Nenhum amor em vida
É amor sem sorte
Renasça sempre que assassinado
Amores meus que me fazem sofrer
Não desperdiço mais meu coração
invisto apenas em me bem querer
Aprenda sempre à cada desamor
E ame sem desperdiçar teu eu
Escolhe a dedo quem vai te ferir
Ou fuja para sempre, amor meu
Nenhuma amor na vida é amor de morte
Nenhum amor na vida é desperdício
Sabeis que amor não exige amor de volta?
Ou tens, nos desamores, o teu vício?
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Vida humana
Quiçá, miraculosa desventura
quiçá desnecessária se tornasse
sejais de todo um contentamento
que dos acertos, muitos nos falhasse
Em nós fulgura, brilho, cor sem nome
Primordial pendor de crueldade
A dor que abre os olhos, apunhala
nos modifica e trai fragilidade
Quiçá, miraculoso sofrimento
quiçá não fosses tu tão relevante
Sejais em nós uma forte consciência
Reformulando a alma navegante
Em nós, de preto e branco, sem beleza
Primordial sabor da humanidade
Sem brilho nos ensina enquanto vivos
defeitos mil, da vil realidade
Irrevogável ponto em comum
Sinônimo de humano, sua sorte
Persegue-nos noturna e diariamente
Persegue-nos de perto a nossa morte
Sinônimo da mui fragilidade
pra muitos, fonte de terror e mal
Não há, pra esses, fonte de sentido
Como não há na morte de um animal
Se os problemas todos nos perseguem
E traem nossa irrealidade
De mil necessidades, todas vem
nos coroar de vil humanidade
quiçá desnecessária se tornasse
sejais de todo um contentamento
que dos acertos, muitos nos falhasse
Em nós fulgura, brilho, cor sem nome
Primordial pendor de crueldade
A dor que abre os olhos, apunhala
nos modifica e trai fragilidade
Quiçá, miraculoso sofrimento
quiçá não fosses tu tão relevante
Sejais em nós uma forte consciência
Reformulando a alma navegante
Em nós, de preto e branco, sem beleza
Primordial sabor da humanidade
Sem brilho nos ensina enquanto vivos
defeitos mil, da vil realidade
Irrevogável ponto em comum
Sinônimo de humano, sua sorte
Persegue-nos noturna e diariamente
Persegue-nos de perto a nossa morte
Sinônimo da mui fragilidade
pra muitos, fonte de terror e mal
Não há, pra esses, fonte de sentido
Como não há na morte de um animal
Se os problemas todos nos perseguem
E traem nossa irrealidade
De mil necessidades, todas vem
nos coroar de vil humanidade
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Embriaguez
Transcende a vasta vida diluída
Em maus tremores ébrios, assolados
Um retrocesso curto de terror
Embriagada em amores não amados
Dilui amores em tu'alma assolada
Transcende à tua vida não amada
E ao retrocesso ébrio evitaria
De mil terrores tu embriagada
Não te fascines tu de mui horror
Sê sóbrio e te dilui em bem querer
Não retrocede e negues o terror
Não deixa, embriagada, falecer
Transcende a tua alma dolorida
Embriaguez de morte para a vida
Te retrocede ao ponto de avanço
Sobriedade é o ponto de partida
Em maus tremores ébrios, assolados
Um retrocesso curto de terror
Embriagada em amores não amados
Dilui amores em tu'alma assolada
Transcende à tua vida não amada
E ao retrocesso ébrio evitaria
De mil terrores tu embriagada
Não te fascines tu de mui horror
Sê sóbrio e te dilui em bem querer
Não retrocede e negues o terror
Não deixa, embriagada, falecer
Transcende a tua alma dolorida
Embriaguez de morte para a vida
Te retrocede ao ponto de avanço
Sobriedade é o ponto de partida
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Anônimo
Prefiro a solidão do anonimato
Escrevo aos sentimentos de outro alguém
Considerai meu desconhecimento
e lembra que eu não quero ser ninguém
Se existo brevemente em outro ser
Se escrevo e alguém pode me entender
Não busco ser, de todo, conhecido
Pois mui sentir é meu grande prazer
Eu deixo nessa página de anônimos
Com sentimentos todos, conhecidos
Palavras de famosos sentimentos
Pra elevar os muito destruídos
Escritos todos, mui desordenados
Como o sentir geral da humanidade
Farei desse sentir que ainda me resta
Palavras da minha mui fragilidade
Escrevo aos sentimentos de outro alguém
Considerai meu desconhecimento
e lembra que eu não quero ser ninguém
Se existo brevemente em outro ser
Se escrevo e alguém pode me entender
Não busco ser, de todo, conhecido
Pois mui sentir é meu grande prazer
Eu deixo nessa página de anônimos
Com sentimentos todos, conhecidos
Palavras de famosos sentimentos
Pra elevar os muito destruídos
Escritos todos, mui desordenados
Como o sentir geral da humanidade
Farei desse sentir que ainda me resta
Palavras da minha mui fragilidade
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Eterna viagem
Fervilha, tantas cores e sabores
Na imensidão tão vasta d'aventura
Na brisa fria, em noites de terrores
Na breve escuridão que rege a lua
Fervilha, tantas cores e sabores
Quando a minh'lma não mais se situa
Em canto algum entre esses desamores
Se lança em mil turbilhões d'aventura
Se pleno, se completo, satisfeito
Sugere, esteja eu, dessa aventura
Não nego meu anseio por desfecho
Nem fujo, nem procuro o que me cura
Delírio, fantasia, ou loucura
"-Há muito o que se há à navegar!"
Clamam os aliados d'aventura
"-Navega e continua a se encontrar"
-Anônimo com H
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Desilusão
Digo adeus, meu quase amor
Digo sempre, todo dia
Te supero diariamente
Tal qual superei um dia
Entreguei-te, quase amor
Tudo que sou de bandeja
E o meu erro foi pensar
Que eu fosse o que deseja
E talvez, por um momento
Te deixasse seduzir
Pela nossa vida a dois
Pelo o que te fiz sentir
Mas sentir pra nós não basta
Não é tão suficiente
Pois amar é escolher
E escolher diariamente
Te supero, quase amor
Te supero todo dia
Já não sofro tua ausência
Te deixei, como querias
Te agradeço o descaso
Toda tua incoerência
Te agradeço não me amar
Como amei, com consciência
Só queria que tivesse
A coragem de falar
Se não mais tu me amavas
Tive eu que adivinhar
Percebi minha tragédia
Recompus minha solidão
Chorei o meu desperdício
Superei minha ilusão
Infeliz pensava ser
Mas me amadureceu
Se eu quiser um amor agora
Jamais será ele o teu
Digo sempre, todo dia
Te supero diariamente
Tal qual superei um dia
Entreguei-te, quase amor
Tudo que sou de bandeja
E o meu erro foi pensar
Que eu fosse o que deseja
E talvez, por um momento
Te deixasse seduzir
Pela nossa vida a dois
Pelo o que te fiz sentir
Mas sentir pra nós não basta
Não é tão suficiente
Pois amar é escolher
E escolher diariamente
Te supero, quase amor
Te supero todo dia
Já não sofro tua ausência
Te deixei, como querias
Te agradeço o descaso
Toda tua incoerência
Te agradeço não me amar
Como amei, com consciência
Só queria que tivesse
A coragem de falar
Se não mais tu me amavas
Tive eu que adivinhar
Percebi minha tragédia
Recompus minha solidão
Chorei o meu desperdício
Superei minha ilusão
Infeliz pensava ser
Mas me amadureceu
Se eu quiser um amor agora
Jamais será ele o teu
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