à vida...soneto mar traiçoeiro
Que mar, o desta Vida! Traiçoeiro!
Onde vogo sem rumo, sem porto seguro.
Náufraga, o tempo se faz de mensageiro
Mas,apenas de saudade, já não me iludo.
Na fúria das ondas, onde me ergo e caio
- Morro à luz do dia, ouvindo meus ais!
Morreu o deslumbramento, nada bom atraio?!
Levo solidão da partida, digo adeus ao cais
Na palma da minha mão fechada a amargura
Tristes suspiros leva-os o vento nas velas
E no coração a coragem o resto da vida dura.
Nesta viagem sopram já ventos de tempestades
Sinto meu peito dorido, naufragando nelas.
E lá no fundo, repousam minhas eternas saudades.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=118039 © Luso-Poemas
Onde vogo sem rumo, sem porto seguro.
Náufraga, o tempo se faz de mensageiro
Mas,apenas de saudade, já não me iludo.
Na fúria das ondas, onde me ergo e caio
- Morro à luz do dia, ouvindo meus ais!
Morreu o deslumbramento, nada bom atraio?!
Levo solidão da partida, digo adeus ao cais
Na palma da minha mão fechada a amargura
Tristes suspiros leva-os o vento nas velas
E no coração a coragem o resto da vida dura.
Nesta viagem sopram já ventos de tempestades
Sinto meu peito dorido, naufragando nelas.
E lá no fundo, repousam minhas eternas saudades.
natalia nuno
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