AurelioAquino

AurelioAquino

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

1952-01-29 Parahyba
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Reminiscência VIII

 

a cachoeira

chorava a terra

desenhando lágrimas

pelas pedras

o menino

chorando o riso

debruçava em si

o infinito

o rio

em pura displicência

abraçava o menino

no colo da corrente

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