À POESIA...
Te escrevo, como descrevendo a vida,
às vezes amarga, ás vezes doce, mas sempre intensa...
Te escrevo com ânsia, como se fora o ar que respiro,
como a água que necessito...
Te escrevo, como se eu tocasse a flor, com a carícia
de um poeta e a suavidade da brisa...
Te escrevo, com a ira de um vulcão em erupção,
na intensidade do ódio, na fúria insana...
Te escrevo, no transcorrer do tempo, quando nasce
o dia e morre a noite...
Te escrevo à minha maneira, com a essência
da alma e o corpo inteiro...
Marco A. Alvarenga
às vezes amarga, ás vezes doce, mas sempre intensa...
Te escrevo com ânsia, como se fora o ar que respiro,
como a água que necessito...
Te escrevo, como se eu tocasse a flor, com a carícia
de um poeta e a suavidade da brisa...
Te escrevo, com a ira de um vulcão em erupção,
na intensidade do ódio, na fúria insana...
Te escrevo, no transcorrer do tempo, quando nasce
o dia e morre a noite...
Te escrevo à minha maneira, com a essência
da alma e o corpo inteiro...
Marco A. Alvarenga
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