Escritas

Rosa, a mulata, desperta

Reinaldo Ferreira
Rosa, a mulata, desperta
Com os morcegos, à hora
Em que a Lua, nódoa, incerta
E sem vulto, no céu aflora.

E Vénus, mito propício
Que em seu destino decide,
Convoca as filhas do Vício
Ao culto a que ela preside.

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Comentários (1)

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João Costa
João Costa
2020-12-28

No fim da 1ª estrofe, não há ponto final na obra do poeta, nas três edições que tenho.