Escritas

Nariz, nariz, e nariz,

Bocage
Nariz, nariz, e nariz,
Nariz, que nunca se acaba;
Nariz, que se ele desaba,
Fará o mundo infeliz;
Nariz, que Newton não quis
Descrever-lhe a diagonal;
Nariz de massa infernal,
Que, se o cálculo não erra,
Posto entre o Sol e a Terra,
Faria eclipse total!

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Comentários (4)

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Luis Rodrigues
Luis Rodrigues
2025-02-02

Este poema é comprovadamente de Bocage https://imprensanacional.pt/wp-content/uploads/2022/09/AF_Miolo_Bocage_I_Tomo_I.pdf

Rebecs
Rebecs
2025-02-01

Estranho, vários livros sobre poemas portugueses esse poema é do Bocage. acredito que você esteja equivocado.

Zé Luiz
Zé Luiz
2024-12-14

Oh, cara! Antes de publicar alguma coisa, verifique se sua memória não o está traindo! Se não, pode fazer ridículo. É o caso aqui. Esses versos (do nariz) são de GREGÓRIO DE MATOS, O BOCA DO INFERNO.

Fatimabeneditadejesusserafim@gmail.com
Fatimabeneditadejesusserafim@gmail.com
2022-08-29

Poema que marcou meu tempo de ginásio a mais de 50 anos