Este último nome [Baudelaire] é um dos feitiços da nova e nossa igreja; e entretanto, sem desconhecer o belo talento do poeta, ninguém em França o colocou ao pé dos grandes poetas; e todavia a gente continua a deliciar-se nas estrofes de Musset, e a preferir L’Espoir en Dieu , à Charogne . Caprichos de gente velha.
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