Mas aquilo a que Heráclito fugiu é ainda o mesmo que atualmente evitamos: o ruído e o palavrório democrático dos efésios, sua política, suas novidades do “Império” (a Pérsia, entenda-se), suas miudezas do “hoje” — pois nós, filósofos, necessitamos descanso de uma coisa sobretudo: do “hoje”.

 

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