A razão é, e deve ser, apenas a escrava das paixões, e jamais pode aspirar a nenhuma outra tarefa a não ser à de servi-las e obedecer a elas. […] Não é contrário à razão preferir a destruição do mundo inteiro a um arranhão em meu dedo. Não é contrário à razão que eu escolha minha total ruína, só para evitar o menor desconforto de um índio ou de uma pessoa que me é inteiramente desconhecida.

 

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