Alguns dos filósofos menos devotos da religião e que mais negavam a imortalidade da alma chegaram, não obstante, ao ponto de acreditar que quaisquer movimentos que o espírito do homem pudesse realizar sem os órgãos do corpo poderiam permanecer existindo após a morte, desde que fossem frutos do intelecto, e não dos afetos; isso revela quão imortal e incorruptível o conhecimento lhes parecia ser.

 

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