A curiosa semelhança de família de todo filosofar indiano, grego e alemão tem uma explicação simples. Onde há parentesco lingüístico é inevitável que, graças a uma filosofia da gramática que lhes é comum — quero dizer, graças ao domínio e direção inconsciente por meio das mesmas funções gramaticais —, tudo esteja predisposto para uma evolução e uma seqüência similares dos sistemas filosóficos, assim como o caminho parece fechado a certas possibilidades outras de interpretação do mundo.

 

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