Este prefácio, apesar de interessante, inútil. Alguns dados. Nem todos. Sem conclusões. Para quem me aceita são inúteis ambos. Os curiosos terão prazer em descobrir minhas conclusões, confrontando obra e dados. Para quem me rejeita trabalho perdido explicar o que, antes de ler, já não aceitou. […] Prefácio: rojão do meu eu superior. Versos: paisagem do meu eu profundo. […] Mas todo este prefácio, com todo o disparate das teorias que contém, não vale coisíssima nenhuma.
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