Uma vez em Paris, não é uma necessidade ir ao Louv — Luis Fernando Verissimo

Uma vez em Paris, não é uma necessidade ir ao Louvre, mas pode-se fazer o seguinte: entrar pela nova pirâmide, correr até a Mona Lisa, afastando japoneses do caminho a cotoveladas, prestar vinte segundos de homenagem a Leonardo da Vinci e, por seu intermédio, a toda a moçada da Renascença e depois sair correndo do museu, sem esquecer de abanar para a Vênus de Milo, que não poderá responder ao abano.
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