A “Marselhesa” tem tamanha carga dramática e é tão empolgante (“Às armas, cidadãos!”) que dá uma vantagem injusta aos jogadores franceses, que já começam o jogo mais motivados do que os adversários, prontos para derrubar a Bastilha, qualquer Bastilha. A Fifa deveria dar um ultimato aos franceses: ou outro hino, menos eletrizante, ou o silêncio.

 

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