Os verdadeiramente sábios perguntam o que é a coisa em si mesma e em relação com outras, e não se preocupam com a sua utilização; por outras palavras, com a forma como pode ser aplicada às necessidades da existência e ao que já é conhecido. Isto será em breve descoberto por mentes de um tipo muito diverso, que sentem a alegria de viver e que são perspicazes, destras e práticas.