As coisas que são verdadeiras, boas, excelentes, são simples e sempre iguais, qualquer que seja a sua aparência. Mas o erro que culpamos é extremamente múltiplo e variável; está em conflito não só com o bom e o verdadeiro, mas também consigo mesmo; é autocontraditório. Assim, as palavras de culpa na nossa literatura devem necessariamente ultrapassar as de louvor.