Não é a linguagem em si mesma que é correta ou forçada ou elegante, mas a mente que nela está incorporada; e, deste modo, não cabe ao homem determinar se dará aos seus cálculos ou discursos ou poemas as qualidades desejadas: a questão é se a natureza lhe deu as qualidades intelectuais e morais que lhe servem para a obra, o poder intelectual de observação e de visão, o poder moral de repelir os espíritos malignos que o possam impedir de prestar respeito à verdade.