Quando a Madame Roland estava no patíbulo, pediu caneta e papel, para registar os pensamentos peculiares que pairavam sobre ela na última viagem. É uma pena que lhe tenham sido recusados, pois, numa mente tranquila, erguem-se pensamentos inimagináveis no fim da vida, até agora impensáveis, como vozes interiores abençoadas, iluminando em glória os cumes do passado.